Deus deseja que se faça o que é certo em concordância com seus próprios atributos morais. “Sede santos, porque eu sou santo”, foi o mandamento de Deus para Israel (Lv 11.45). “Sede, pois, perfeitos, assim como perfeito é o vosso Pai celestial” (Mt 5.48), Jesus disse aos seus discípulos. “É impossível que Deus minta” (Hb 6.18), assim, nós também não devemos mentir. “Deus é amor” (1Jo 4.16), e Jesus disse, “amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22.39). Em suma, a ética cristã baseia se na vontade de Deus, e Deus nunca deseja algo que seja contrário ao seu caráter moral imutável. A ética cristã é absoluta A partir do fato de que o caráter moral de Deus não muda (Ml 3.6; Tg 1.17), chega-se à conclusão de que as obrigações morais derivadas de sua natureza são absolutas. Isso significa que são obrigatórias a todas as pessoas e em todos os lugares.
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sábado, 8 de outubro de 2022
sábado, 17 de agosto de 2019
Ceticismo
Há numerosos problemas com o ceticismo. Em primeiro lugar, todo ceticismo consistente é autodestrutivo. Se céticos fossem realmente céticos acerca de todas as coisas, então eles teriam de ser céticos acerca do ceticismo. Se não tivessem dúvidas acerca de suas próprias dúvidas, então não seriam céticos de verdade e sim dogmáticos que desejam a suspensão de nosso juízo em relação a todas as coisas - exceto em relação às suas próprias convicções céticas. Em segundo lugar, algumas coisas não devem ser postas em dúvida. Por exemplo, por que eu deveria duvidar da minha própria existência? Algumas coisas são óbvias, e é inútil negar o óbvio. Em terceiro lugar, a ética tem a ver com o modo que vivemos, e nenhum cético pode viver, de forma consistente, seu ceticismo. Ele não pode suspender o juízo no que diz respeito às suas necessidades de comida e água - pelo menos não por muito tempo. E caso seja casado, ele não deve se atrever a suspender o juízo referente a seu amor por sua esposa.
Normam Geisler - Ética Cristã
sábado, 21 de janeiro de 2017
O Sábado como conceito.
Não há dúvida que, para o Antigo Testamento, o sábado era um dia da semana: "seis dias trabalharas... mas o sétimo dia é o sábado (shabbat) do Senhor". Mas, cabe perguntar, tratava-se somente de um dia da semana? Será que o sábado de Israel era só o sétimo dia de uma série de sete? O assunto fica mais interessante conforme a história avança e os desdobramentos da lei começam a surgir. Quatro textos, nesse sentido, todos no livro de Levíticos, nos ajudam a responder a questão sobre a abrangência do significado do sábado para Israel.
O primeiro legisla o seguinte: "Isto vos será por estatuto perpétuo: no sétimo mês, aos dez do mês, afligireis as vossas almas, e nenhum trabalho fareis, nem o natural, nem o estrangeiro que peregrina entre vós. Porque naquele dia se fará expiação por vós, para purificar-vos; e sereis purificados de todos os vossos pecados perante Yahweh. É um sábado de descanso para vós, e afligireis as vossas almas; isto é estatuto perpétuo" (16.29-31). A importância deste texto consiste em que apresenta o shabbat como um dia especial. Ordena que no dia 10, do mês 07, os israelitas guardem um sábado.
Para entendermos o que isso significa, precisamos compreender o funcionamento do calendário judaico. Baseado nas fases da lua, e sem deixar de levar em conta as estações do ano, divide-se em doze ou treze meses com 29 ou 30 dias. O objetivo destas variações é compensar as diferenças do calendário lunar em relação ao solar, já que o mês lunar compreende 29 dias e pouco mais de 12 horas, além de totalizar apenas 354 dias no ano. A cada período, um novo mês é acrescentado, evitando assim que os meses deixem de corresponder às estações.
Essa divisão impossibilita que um dia do ano recaia sobre o mesmo dia da semana em anos diferentes. De forma que o Yom Kipur, nome dado ao sábado especial em questão, transformou-se numa dificuldade prática para os judeus, que tomaram providências para que não caia numa sexta ou num domingo. Neste caso, a proibição de qualquer trabalho inviabilizaria a realização de tarefas de extrema necessidade, as quais não poderiam aguardar a passagem de dois dias seguidos
É claro que um estudo do calendário judaico demandaria mais informações e explicações, o que não é o nosso propósito. Vale, entretanto, reforçar que o sábado como dia especial para os judeus poderia recair sobre qualquer dia da semana, podendo ser uma segunda, uma terça ou uma quinta-feira. Assim, o sábado tornou-se mais que um dia da semana. Tornou-se um conceito.
Essa tese é reforçada por nosso segundo texto:
"E falou o SENHOR a Moisés, dizendo: Fala aos filhos de Israel, dizendo: Aos quinze dias deste mês sétimo será a festa dos tabernáculos ao SENHOR, por sete dias. Ao primeiro dia, haverá santa convocação. Nenhum trabalho servil fareis. Sete dias oferecereis ofertas queimadas ao SENHOR; ao oitavo dia tereis santa convocação. Nenhum trabalho servil fareis... Aos quinze dias do mês sétimo, quando tiverdes recolhido do fruto da terra, celebrareis a festa do SENHOR por sete dias. No primeiro dia haverá descanso, e no oitavo dia haverá descanso... E celebrareis esta festa ao SENHOR por sete dias cada ano. Estatuto perpétuo é pelas vossas gerações. No mês sétimo a celebrareis. Sete dias habitareis em tendas. Todos os naturais em Israel habitarão em tendas, para que saibam as vossas gerações que eu fiz habitar os filhos de Israel em tendas, quando os tirei da terra do Egito. Eu sou o SENHOR vosso Deus" (Levíticos 23.33-36, 39 e 41-43, com grifos meus).
Novamente, dois dias fixos do mês são definidos como dias de descanso (shabbat), nos quais não eram permitidos ao povo quaisquer trabalhos comuns. Não seriam sábados relativos à semana, mas relativos ao mês. A referência, portanto, não é ao sétimo dia, mas ao conceito denominado sábado.
O terceiro texto também merece atenção em nosso roteiro de reflexão (lembrando que, por enquanto, estamos apenas construindo os alicerces para a obra que temos em mente; o leitor, por favor, siga um pouco mais): "Falou mais o SENHOR a Moisés, no monte Sinai: Dize aos filhos de Israel: Quando tiverdes entrando na terra, que eu vos dou, então a terra descansará um sábado ao SENHOR. Seis anos semearás a tua terra, e seis anos podarás a tua vinha, e colheras os seus frutos. Porém ao sétimo ano haverá sábado de descanso para a terra, um sábado ao SENHOR; não semearás o teu campo nem podarás a tua vinha" (Levíticos 25.1-4).
Novamente o sábado de Yahweh aparece como exigência. No entanto, a beneficiária da lei do sábado é a terra e o período que tal sábado compreende é de um ano inteiro. O sábado de descanso da terra deveria ter um ano, e não um dia da semana, como o sétimo. Portanto, estamos, mais uma vez, diante do conceito de sábado e não do sétimo dia.
Como já não bastasse, o quarto texto que separamos acrescenta mais informações às que temos até agora. É, na verdade, a sequência do texto anterior: "Também contarás sete semanas de anos, sete vezes sete anos; de maneira que os dias das sete semanas de anos te serão quarenta e nove anos. Então no mês sétimo, aos dez do mês, farás passar a trombeta do jubileu. No dia da expiação fareis passar a trombeta por toda a vossa terra e santificareis o ano quinquagésimo, e apregoareis liberdade na terra a todos os seus moradores. Ano de jubileu vos será, e tornareis cada um à sua possessão e cada um a sua família" (Levíticos 25.8-10)
Embora a palavra "sábado" não apareça neste texto, o conceito está evidente: ao final de cinquenta anos, todo trabalho em relação a terra deveria ser suspenso. Seria mais um sábado de descanso para a criação. Ano de Jubileu.
Deus em pessoa - Marcelo Gomes -Espaço Palavra Publicações
Embora a palavra "sábado" não apareça neste texto, o conceito está evidente: ao final de cinquenta anos, todo trabalho em relação a terra deveria ser suspenso. Seria mais um sábado de descanso para a criação. Ano de Jubileu.
Deus em pessoa - Marcelo Gomes -Espaço Palavra Publicações
terça-feira, 26 de julho de 2016
Qual é o valor de sua vida?
O tempo passa... os valores mudam... perdemos o foco No Criador.
Temos o dom maior: vida
Mas não damos valor... e estou falando de cristãos. Sim, aqueles que supostamente conhecem as escrituras e tem, por menor que seja, intimidade com Deus.
Mas de que maneira não valorizamos a vida?
Ai vai uma bem comum: Sabe, quando você está no trânsito (carro, moto, etc) e resolve desobedecer as leis de trânsito... sim, você está menosprezando a sua vida, pois ao ceder a sua carne, ansiosa por um pouco (ou muito) de adrenalina você coloca sua vida em risco, mais, coloca a vida de outros em risco... acelerando como se fosse único, controlador de tudo, quase um deus; mas você não é Deus... então, pergunte ao Espírito Santo: o que estou fazendo é certo?
Definição de pecado
Susanna Wesley uma mulher
admirável, deu à luz 19 filhos. Podemos apenas imaginar a força interior que
ela deve ter tido para educar John e Charles, dois entre outros que sentaram em
seu colo e aprenderam com ela a andar com Deus. Um dia, John pediu a ela que
definisse o pecado. “Filho, pecado é qualquer coisa que enfraqueça seu
raciocínio, impeça a ternura da sua consciência, obscureça seu sentido de Deus,
ou afaste seu interesse pelas coisas espirituais; para resumir: se alguma coisa
aumentar a autoridade e o poder da carne sobre o Espírito, então para você isso
será pecado, não importa quão bom ele seja”. Essa definição se tornou a luz que
guiou John. Ele gravou isso em sua consciência. Sua mãe tornou-o sensível ao
pecado.
O grande tecelão – Ravi Zacharias – página 118
"Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus."
jairtomaz@olheparaacruz.com.br
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Releituras - Vivendo com prinípios
Em tempo de tantas opiniões e "conselhos" sobre o tema aborto, reedito um texto de minha autoria que, penso ser útil para o momento... que Deus possa falar aos nossos corações!
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Vivendo com Princípios
I Coríntios 1.17-25
17 Pois Cristo não me enviou para batizar, mas para pregar o evangelho, não porém com palavras de sabedoria humana, para que a cruz de Cristo não seja esvaziada. 18 Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus. 19 Pois está escrito: “Destruirei a sabedoria dos sábios e rejeitarei a inteligência dos inteligentes”. 20 Onde está o sábio? Onde está o erudito? Onde está o questionador desta era? Acaso não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? 21 Visto que, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por meio da sabedoria humana, agradou a Deus salvar aqueles que crêem por meio da loucura da pregação. 22 Os judeus pedem sinais miraculosos, e os gregos procuram sabedoria; 23 nós, porém, pregamos a Cristo crucificado, o qual, de fato, é escândalo para os judeus e loucura para os gentios, 24 mas para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, Cristo é o poder de Deus e a sabedoria de Deus. 25 Porque a loucura de Deus é mais sábia que a sabedoria humana, e a fraqueza de Deus é mais forte que a força do homem.

Há alguns meses atrás um amigo me questionou sobre uma frase que uso no meu e-mail... “Os fins não justificam os meios: não ao aborto”. Ele expressou sua opinião, dizendo que no caso do estupro concorda com o aborto, pois não seria justo criar o filho de uma atrocidade, e completa dizendo que esta é a opinião dele: “...pessoas diferentes, cabeças diferentes”.
Eis aí um dos grandes problemas do ser humano: querer justificar suas atitudes, baseadas em ética humana, sem colocá-las no crivo da bíblia. Deus sempre se importa com os meios e, jamais concordaria com um assassinato, mesmo que a vítima, neste caso duplamente vítima, fosse fruto de um estupro. Veja bem, não estou dizendo que sinto isso, mas sim que isto é o que é correto perante a lei de Deus. Não posso julgar baseado no que eu sinto ou acredito, mas na palavra. A questão não é o que sinto ou o que penso, a questão é: o que sinto e penso estão dentro dos parâmetros bíblicos? Por muito tempo fui a favor do aborto em vários casos, por achar que as atrocidades não deveriam marcar os "inocentes". Pois bem, depois de ler um livro de um pastor sobre o assunto (e devo dizer que o cara moeu todos os meus argumentos na bíblia), orei e procurei ver o que a palavra de Deus diz a respeito do assunto. Então veja bem: homicídio é pecado? Sim. Quer dizer que por quaisquer razões não posso matar uma criança. O fato da gravidez ter sido fruto de um ato atroz justifica o aborto? Biblicamente, não! Ah, mas Deus jamais me culparia se num momento de sofrimento tomasse tal atitude. Será? Há alguma base bíblica para este argumento? Penso que não, e cito o sofrimento de Jó como exemplo. O cara sofreu muuuuuuuuuiiiiiito, no entanto foi de grande aprendizado e crescimento na vida dele. Claro, também foi um momento de dor extrema que não gostaria que ninguém experimentasse. Mas Deus permitiu que satanás o tocasse, a ele, seus bens e pior... seus filhos e esposa. No entanto Deus não só restituiu, como tenho certeza que Deus também curou o emocional de Jó. Uns dizem que quem tem fé não passa por estas provações... Jó me prova o contrário. Oro para não passar por isso... direito meu não querer passar por isto. No entanto, se eu pregar que o aborto é correto, estou indo contra a palavra de Deus.
Nossas atitudes tem que ser moldadas nos padrões bíblicos, mesmo que meus sentimentos não estejam de acordo... é algo como o perdão, Deus não manda que eu perdoe quando sentir, Ele manda que eu perdoe. Só ai então Ele vai trabalhar minhas mágoas e problemas. Então não posso pregar o que sinto, pois nossas emoções são frágeis, voláteis,... enganoso é o coração do homem. Tenho que pregar o que a palavra prega, não O Jair, mas a bíblia... o Jair pode ser emocionalmente a favor do aborto, no entanto a palavra de Deus é contra. Neste ponto digo que não devem ser pessoas diferentes, cabeças diferentes, e sim, cristãos, pois o cristão tem de pregar a bíblia, não a ética do mundo, mas a de Deus, a loucura da palavra (aliás, hoje entendo como nunca este conceito). É uma palavra dolorida? extremamente! mas é real, e é nela que temos que nos pautar. Não podemos manipular a palavra para se adequar a nossa visão, nossa visão é que tem que se adequar a palavra e, Deus nunca disse que ia ser fácil, mas sim, que é o caminho. Aliás, tema interessante é este de adequar a palavra a nossa ética, fazemos isto com freqüência e nos iludimos achando que isto é estar na vontade do pai.
Amados, Deus não abre mão de princípios para nos abençoar, nunca!
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E para completar, um texto de C S Lewis, para clarear nossa mente:
"No final das contas, existem dois tipos de pessoas: aqueles que dizem para Deus "Seja feita a tua vontade" e aquelas para quem Deus diz no final "Seja feita a sua vontade". Todas as pessoas que se encontram no inferno escolhem a segunda opção.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
a culpa é nossa!
Brasileiro Reclama De Quê?
Tá Reclamando do Lula? do Serra? da Dilma? do Arruda? do Sarney? do Collor? Do Renan? do Palocci? do Delubio? Da Roseanne Sarney? Dos politicos distritais de Brasilia? do Jucá? do Kassab? dos mais 300 picaretas do Congresso?
O Brasileiro é assim:
1. - Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas;
2. - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas;
3. - Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração;
4. - Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo e até dentadura;
5. - Fala no celular enquanto dirige;
6. -Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento;
7. - Para em filas duplas, triplas em frente às escolas;
8. - Viola a lei do silêncio;
9. - Dirige após consumir bebida alcoólica;
10. -Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas;
11. - Espalha mesas e churrasqueira nas calçadas;
12. - Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho;
13. - Faz "gato" de internet, luz, de água e de tv a cabo;
14. -Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos;
15. - Compra recibo para abater na declaração do imposto de renda para pagar menos imposto;
16. -Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas;
17. -Quando viaja a serviço pela empresa: se o almoço custou R$10 pede nota fiscal de R$20;
18. - Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes;
19. - Estaciona em vagas exclusivas para deficientes;
20. - Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado;
21. - Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata;
22. - Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca;
23. - Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem;
24. - Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA;
25. -Freqüenta os caça-níqueis e faz uma "fézinha" no jogo de bicho;
26. - Leva das empresas onde trabalha pequenos objetos como: clipes, envelopes, canetas, lápis.... como se isso não fosse roubo;
27. - Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha;
28. - Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado;
29. - Quando volta do exterior nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem;
30. - Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.
E quer que os políticos sejam honestos...
Escandaliza- se com a farra das passagens aéreas...
Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo ou não?
Brasileiro reclama de quê, afinal?
Espalhe essa idéia!
"Fala-se tanto da necessidade deixar um planeta melhor para os nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores (educados, honestos, dignos, éticos, responsáveis) para o nosso planeta, através dos nossos exemplos..."
Amigos!
A mudança deve começar dentro de nós, nossas casas, nossos valores, nossas atitudes!
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Pirataria: sobrevivência ou falta de ética?
Como se não bastasse a violência, a corrupção e tantas outras “cenas” que têm denegrido a imagem do País, agora a pirataria o coloca no vergonhoso 2º lugar do ranking mundial. Nos últimos anos essa prática cresceu assustadoramente. Segundo matéria publicada pela Revista Veja on-line (Geral - Edição 1.724) o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking da pirataria de CDs. Nessa matéria, a Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD), informa que 52 mil CDs foram pirateados no Brasil, superando até mesmo a pirataria russa que fica no nada invejável 3º lugar deste podium.O Dicionário Aurélio define como “pirata” a pessoa que não respeita os direitos de autoria ou de reprodução que vigoram sobre determinadas obras ou produtos, como por exemplo, literários, musicais e informática; seja produzindo ou utilizando cópias ilegais. A pena para quem pratica a pirataria é de 1 a 4 anos de reclusão e multa previstas no Art.184, parágrafos 1º e 2º do Código Penal. Na mesma pena incorre quem importa, aluga, vende, expõe à venda ou tem em depósito.
Mais do que em outros tempos, a pirataria se apresenta explícita como uma vilã de trabalhos que milhares de pessoas se esforçaram para realizar. As conseqüências para a indústria fonográfica são visíveis: queda nas vendas. Gravadoras em todo o país estão sofrendo com a “concorrência” desleal da pirataria.
A gravadora evangélica MKPublicitá, uma das maiores do Brasil, tem tido grandes prejuízos em virtude da reprodução ilegal de seus trabalhos.“Os prejuízos são incalculáveis, a pirataria deixa a gravadora MK totalmente sem ação, pois não há uma forma de detectarmos de onde vêm os CDs piratas. Acreditamos que existam várias fontes, tanto no Brasil quanto no exterior. A pirataria pode destruir a indústria fonográfica nos causando danos irrecuperáveis”, diz Yvelise de Oliveira, fundadora e presidente da gravadora MKPublicitá.
Produção e pirataria: Procedimentos e opiniões divergentes
Desde pequeno, o ser humano é ensinado a não defraudar o que é do seu próximo. Mesmo quem não é cristão sabe que isso é errado. Entretanto, existem certas fraudes que passam despercebidas e recebem até uma “roupagem” de trabalho. Assim é a pirataria. Uma nova forma que os camelôs encontraram para “sobreviver”.
Desde pequeno, o ser humano é ensinado a não defraudar o que é do seu próximo. Mesmo quem não é cristão sabe que isso é errado. Entretanto, existem certas fraudes que passam despercebidas e recebem até uma “roupagem” de trabalho. Assim é a pirataria. Uma nova forma que os camelôs encontraram para “sobreviver”.
As gravadoras, os autores, os músicos e donos de lojas que vendem CDs são totalmente contra a prática da pirataria. A Seara Livraria – pertencente à Igreja Batista da Lagoinha – que também vende CDs, é uma das lojas prejudicadas. De acordo com Iara Fonseca Rodrigues, 27, operadora de caixa, além de afetar o mercado e o próprio cliente, a pirataria, no caso da Seara, afeta principalmente o trabalho no campo missionário. “A pirataria não traz prejuízos somente para a Livraria Seara, mas principalmente para o trabalho missionário, pois tudo o que vendemos é destinado a Índia.” Iara conta ainda que enfrenta reclamações dos clientes a respeito da qualidade dos produtos pirateados. “Acontece, muitas vezes, de estragar o próprio som do cliente. Já ocorreu conosco de pessoas virem até a livraria para reclamar dos CDs da Lagoinha que elas compraram. Depois descobrimos que o CD que elas adquiriram, foi comprado no camelô. O Ministério de Louvor Diante do Trono não faz fita cassete e já apareceu fita cassete do Diante do Trono e cliente se queixando da qualidade. Todos saem perdendo: o Diante do Trono, a Livraria Seara, o cliente e os cantores que têm uma parte repassada a eles. Mas, sem dúvida nenhuma, o prejuízo é para o trabalho missionário”, enfatiza.
Yvelise também faz severas críticas à atuação dos piratas. “Os camelôs que vendem CDs piratas se “plantam” de forma ostensiva na porta das igrejas após apresentação de um artista da MK e até mesmo em nossos shows. No centro do Rio de Janeiro, o atrevimento é tamanho que as bancas de ambulantes colocam até cartazes de CDs da MK. A qualidade dos CDs é horrível e as capas feitas em xerox. É lamentável que tenhamos que ver nossos produtos - que tem alto nível de qualidade e são feitos com tanto cuidado - serem vendidos como lixo”, desabafa.
Os ambulantes rebatem às críticas usando a já conhecida expressão: “vender para sobreviver”. Com esse argumento, a pirataria tem invadido o País. A freguesia é atraída pela música que vem das caixinhas de som colocadas pelos ambulantes em suas barracas.
“A desculpa dos camelôs é absurda, pois pirataria é roubo, e roubo não é trabalho. É preciso que as pessoas tenham consciência de que ao comprar um CD pirateado ela está sendo conivente com isso. Não dá para confundir um CD da MK com um pirateado, só se deixa confundir quem quer”, diz Yvelise.
...“responderam: de César. Então lhes disse: dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.” (Mateus 22:21.)
Jesus nos ensinou a honrar e a respeitar o próximo e a dar tributo a quem é de direito. Infelizmente o mundo tem desprezado as sábias palavras do Mestre que, mesmo sendo Deus, pagou tributo a César deixando o exemplo de que devemos honrar e respeitar também a lei dos homens. Como muitos não recebem a correção devida e, até mesmo têm lucros nos seus negócios fraudulentos, acham que continuarão imunes todo o tempo. Contudo, vale lembrar que o “Dia do Juízo” ainda está por vir.
Um grupo musical, evangélico ou não, dedica seu talento, tempo e investimentos para colocar seu trabalho no mercado. As pessoas precisam se conscientizar de que praticar a pirataria é errado. Não se pode ignorar esse fato. Isso vale também para aquelas pessoas que consomem os produtos pirateados. A pirataria é como dinheiro falso, não tem valor real. O crime não compensa. Todo mundo sai perdendo com essa prática aparentemente vantajosa, mas ilegal.
Fonte:www.lagoinha.com
Ana Paula Costa
redacao@lagoinha.com
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Vivendo com Princípios
I Coríntios 1.17-25
17 Pois Cristo não me enviou para batizar, mas para pregar o evangelho, não porém com palavras de sabedoria humana, para que a cruz de Cristo não seja esvaziada. 18 Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus. 19 Pois está escrito: “Destruirei a sabedoria dos sábios e rejeitarei a inteligência dos inteligentes”. 20 Onde está o sábio? Onde está o erudito? Onde está o questionador desta era? Acaso não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? 21 Visto que, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por meio da sabedoria humana, agradou a Deus salvar aqueles que crêem por meio da loucura da pregação. 22 Os judeus pedem sinais miraculosos, e os gregos procuram sabedoria; 23 nós, porém, pregamos a Cristo crucificado, o qual, de fato, é escândalo para os judeus e loucura para os gentios, 24 mas para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, Cristo é o poder de Deus e a sabedoria de Deus. 25 Porque a loucura de Deus é mais sábia que a sabedoria humana, e a fraqueza de Deus é mais forte que a força do homem.

Há alguns meses atrás um amigo me questionou sobre uma frase que uso no meu e-mail... “Os fins não justificam os meios: não ao aborto”. Ele expressou sua opinião, dizendo que no caso do estupro concorda com o aborto, pois não seria justo criar o filho de uma atrocidade, e completa dizendo que esta é a opinião dele: “...pessoas diferentes, cabeças diferentes”.
Eis aí um dos grandes problemas do ser humano: querer justificar suas atitudes, baseadas em ética humana, sem colocá-las no crivo da bíblia. Deus sempre se importa com os meios e, jamais concordaria com um assassinato, mesmo que a vítima, neste caso duplamente vítima, fosse fruto de um estupro. Veja bem, não estou dizendo que sinto isso, mas sim que isto é o que é correto perante a lei de Deus. Não posso julgar baseado no que eu sinto ou acredito, mas na palavra. A questão não é o que sinto ou o que penso, a questão é: o que sinto e penso estão dentro dos parâmetros bíblicos? Por muito tempo fui a favor do aborto em vários casos, por achar que as atrocidades não deveriam marcar os "inocentes". Pois bem, depois de ler um livro do Caio Fábio, sobre o assunto (e devo dizer que o cara moeu todos os meus argumentos na bíblia), orei e procurei ver o que a palavra de Deus diz a respeito do assunto. Então veja bem: homicídio é pecado? Sim. Quer dizer que por quaisquer razões não posso matar uma criança. O fato da gravidez ter sido fruto de um ato atroz justifica o aborto? Biblicamente, não! Ah, mas Deus jamais me culparia se num momento de sofrimento tomasse tal atitude. Será? Há alguma base bíblica para este argumento? Penso que não, e cito o sofrimento de Jó como exemplo. O cara sofreu muuuuuuuuuiiiiiito, no entanto foi de grande aprendizado e crescimento na vida dele. Claro, também foi um momento de dor extrema que não gostaria que ninguém experimentasse. Mas Deus permitiu que satanás o tocasse, a ele, seus bens e pior... seus filhos e esposa. No entanto Deus não só restituiu, como tenho certeza que Deus também curou o emocional de Jó. Uns dizem que quem tem fé não passa por estas provações... Jó me prova o contrário. Oro para não passar por isso... direito meu não querer passar por isto. No entanto, se eu pregar que o aborto é correto, estou indo contra a palavra de Deus.
Nossas atitudes tem que ser moldadas nos padrões bíblicos, mesmo que meus sentimentos não estejam de acordo... é algo como o perdão, Deus não manda que eu perdoe quando sentir, Ele manda que eu perdoe. Só ai então Ele vai trabalhar minhas mágoas e problemas. Então não posso pregar o que sinto, pois nossas emoções são frágeis, voláteis,... enganoso é o coração do homem. Tenho que pregar o que a palavra prega, não O Jair, mas a bíblia... o Jair pode ser emocionalmente a favor do aborto, no entanto a palavra de Deus é contra. Neste ponto digo que não devem ser pessoas diferentes, cabeças diferentes, e sim, cristãos, pois o cristão tem de pregar a bíblia, não a ética do mundo, mas a de Deus, a loucura da palavra (aliás, hoje entendo como nunca este conceito). É uma palavra dolorida? extremamente! mas é real, e é nela que temos que nos pautar. Não podemos manipular a palavra para se adequar a nossa visão, nossa visão é que tem que se adequar a palavra e, Deus nunca disse que ia ser fácil, mas sim, que é o caminho. Aliás, tema interessante é este de adequar a palavra a nossa ética, fazemos isto com freqüência e nos iludimos achando que isto é estar na vontade do pai.
Amados, Deus não abre mão de princípios para nos abençoar, nunca!
17 Pois Cristo não me enviou para batizar, mas para pregar o evangelho, não porém com palavras de sabedoria humana, para que a cruz de Cristo não seja esvaziada. 18 Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus. 19 Pois está escrito: “Destruirei a sabedoria dos sábios e rejeitarei a inteligência dos inteligentes”. 20 Onde está o sábio? Onde está o erudito? Onde está o questionador desta era? Acaso não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? 21 Visto que, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por meio da sabedoria humana, agradou a Deus salvar aqueles que crêem por meio da loucura da pregação. 22 Os judeus pedem sinais miraculosos, e os gregos procuram sabedoria; 23 nós, porém, pregamos a Cristo crucificado, o qual, de fato, é escândalo para os judeus e loucura para os gentios, 24 mas para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, Cristo é o poder de Deus e a sabedoria de Deus. 25 Porque a loucura de Deus é mais sábia que a sabedoria humana, e a fraqueza de Deus é mais forte que a força do homem.

Há alguns meses atrás um amigo me questionou sobre uma frase que uso no meu e-mail... “Os fins não justificam os meios: não ao aborto”. Ele expressou sua opinião, dizendo que no caso do estupro concorda com o aborto, pois não seria justo criar o filho de uma atrocidade, e completa dizendo que esta é a opinião dele: “...pessoas diferentes, cabeças diferentes”.
Eis aí um dos grandes problemas do ser humano: querer justificar suas atitudes, baseadas em ética humana, sem colocá-las no crivo da bíblia. Deus sempre se importa com os meios e, jamais concordaria com um assassinato, mesmo que a vítima, neste caso duplamente vítima, fosse fruto de um estupro. Veja bem, não estou dizendo que sinto isso, mas sim que isto é o que é correto perante a lei de Deus. Não posso julgar baseado no que eu sinto ou acredito, mas na palavra. A questão não é o que sinto ou o que penso, a questão é: o que sinto e penso estão dentro dos parâmetros bíblicos? Por muito tempo fui a favor do aborto em vários casos, por achar que as atrocidades não deveriam marcar os "inocentes". Pois bem, depois de ler um livro do Caio Fábio, sobre o assunto (e devo dizer que o cara moeu todos os meus argumentos na bíblia), orei e procurei ver o que a palavra de Deus diz a respeito do assunto. Então veja bem: homicídio é pecado? Sim. Quer dizer que por quaisquer razões não posso matar uma criança. O fato da gravidez ter sido fruto de um ato atroz justifica o aborto? Biblicamente, não! Ah, mas Deus jamais me culparia se num momento de sofrimento tomasse tal atitude. Será? Há alguma base bíblica para este argumento? Penso que não, e cito o sofrimento de Jó como exemplo. O cara sofreu muuuuuuuuuiiiiiito, no entanto foi de grande aprendizado e crescimento na vida dele. Claro, também foi um momento de dor extrema que não gostaria que ninguém experimentasse. Mas Deus permitiu que satanás o tocasse, a ele, seus bens e pior... seus filhos e esposa. No entanto Deus não só restituiu, como tenho certeza que Deus também curou o emocional de Jó. Uns dizem que quem tem fé não passa por estas provações... Jó me prova o contrário. Oro para não passar por isso... direito meu não querer passar por isto. No entanto, se eu pregar que o aborto é correto, estou indo contra a palavra de Deus.
Nossas atitudes tem que ser moldadas nos padrões bíblicos, mesmo que meus sentimentos não estejam de acordo... é algo como o perdão, Deus não manda que eu perdoe quando sentir, Ele manda que eu perdoe. Só ai então Ele vai trabalhar minhas mágoas e problemas. Então não posso pregar o que sinto, pois nossas emoções são frágeis, voláteis,... enganoso é o coração do homem. Tenho que pregar o que a palavra prega, não O Jair, mas a bíblia... o Jair pode ser emocionalmente a favor do aborto, no entanto a palavra de Deus é contra. Neste ponto digo que não devem ser pessoas diferentes, cabeças diferentes, e sim, cristãos, pois o cristão tem de pregar a bíblia, não a ética do mundo, mas a de Deus, a loucura da palavra (aliás, hoje entendo como nunca este conceito). É uma palavra dolorida? extremamente! mas é real, e é nela que temos que nos pautar. Não podemos manipular a palavra para se adequar a nossa visão, nossa visão é que tem que se adequar a palavra e, Deus nunca disse que ia ser fácil, mas sim, que é o caminho. Aliás, tema interessante é este de adequar a palavra a nossa ética, fazemos isto com freqüência e nos iludimos achando que isto é estar na vontade do pai.
Amados, Deus não abre mão de princípios para nos abençoar, nunca!
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