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sábado, 6 de abril de 2019

Declaração dos Direitos humanos.

Todo ser humano tem o direito de ouvir falar sobre Jesus, sobre seu reino e sobre sua graça... independente do fato da pessoa vir a crer ou não.

Essa é uma verdade, um direito que deve ser preservado a todo ser humano.


sábado, 11 de junho de 2016

Ele teria feito!!

Se Jesus tivesse vindo com o objetivo de acabar com a fome,
Ele teria feito;

Se Jesus tivesse vindo com o objetivo de trazer igualdade social,
Ele teria feito;

Se Jesus tivesse vindo com o objetivo de estabelecer algum tipo de governo humano,
Ele teria feito;

Se Jesus tivesse vindo com o objetivo de estabelecer algum tipo de sistema financeiro,
Ele teria feito;

Jesus veio com um objetivo e cumpriu a risca!

eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.
João 10:10



Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna. Pois Deus mandou o seu Filho para salvar o mundo e não para julgá-lo. Aquele que crê no Filho não é julgado; mas quem não crê já está julgado porque não crê no Filho único de Deus. E é assim que o julgamento é feito: Deus mandou a luz ao mundo, mas as pessoas preferiram a escuridão porque fazem o que é mau. Pois todos os que fazem o mal odeiam a luz e fogem dela, para que ninguém veja as coisas más que eles fazem. Mas os que vivem de acordo com a verdade procuram a luz, a fim de que possa ser visto claramente que as suas ações são feitas de acordo com a vontade de Deus.
 
 
Portanto, assim como um só pecado condenou todos os seres humanos, assim também um só ato de salvação liberta todos e lhes dá vida. E assim como muitos seres humanos se tornaram pecadores por causa da desobediência de um só homem, assim também muitos serão aceitos por Deus por causa da obediência de um só homem.
 
 
...Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância. 
 
 
 
 Jair Tomaz



terça-feira, 7 de junho de 2016

A Bíblia menospreza as Mulheres?


Se hoje em dia existe um pecado imperdoável, é o do sexismo. Nós somos condicionados, por pressuposições modernas sobre a igualdade, a reagir contra quaisquer distinções de função entre homens e mulheres. Algumas pessoas quando leem que Deus criou a mulher como a "adjutora" (Gn 2.18), que "o varão [é] a cabeça da mulher" (1Co 11.3), que as esposas devem se sujeitar (Ef 5.22) ou que somente os homens devem liderar a igreja (1Tm 2.12), instintivamente pensam, Que Injustiça! A questão é ainda mais séria, porque, ao longo da história, os homens usaram a sua força física superior para explorar as mulheres, e às vezes a Bíblia é citada de maneira inapropriada, para justificar os maus tratos às mulheres.

Infelizmente, é verdade que, na história da igreja, os dons das mulheres não foram apropriadamente afirmados. Mas historicamente, onde quer que o cristianismo tenha se espalhado, a condição das mulheres melhorou. Essas nações onde as mulheres são mais exploradas hoje em dia são as que têm menos exposição ao Evangelho.  A Bíblia ensina que os homens e as mulheres foram criados igualmente à imagem de Deus (Gn 1.27,28) e que toda a vida humana é sagrada. Os cristãos estiveram entre os primeiros a possibilitar a educação e outros direitos às mulheres.

E o que dizer do patriarcado intrínseco nas Escrituras? As feministas evangélicas (que defendem direitos iguais) rejeitam as distinções de funções, argumentando que a Bíblia foi escrita em um contexto patriarcal, mas que nós já não estamos mais nesse contexto. De modo que o casamento é uma parceria igualitária com mútua submissão (cf. Gn 2.24; Mt 19.4,5; Ef 5.31), e as mulheres devem se envolver em todos os ministérios na igreja. Mas os seus esforços para explicar os "textos difíceis", por exemplo, 1 Timóteo 2.8-15, não são convincentes. As estudiosas feministas que rejeitam a autoridade das Escrituras simplesmente dizem que a Bíblia está errada neste aspecto.

Nós devemos estar dispostos a desafiar as pressuposições contemporâneas à luz das Escrituras.

Pressuposição 1: Igualmente significa similaridade. Falar de funções diferentes é discriminação.
Resposta: Igualmente não significa similaridade. As três Pessoas da Trindade são iguais em divindade, mas diferentes em função.

Pressuposição 2: A diferença em função diz respeito diretamente ao valor pessoal. Submissão é igual a relegação.
Resposta: Submissão não significa ter menor valor. O Filho se submete ao Pai, embora seja igual em divindade, e a sua submissão é a sua glória.

Pressuposição 3: As mulheres só terão autoridade quando tiverem se tornado a mesma coisa que os homens (ocupando os mesmos empregos e alcançando as mesmas condições).
Resposta: As mulheres não tem que ocupar os mesmos empregos que os homens para ter autoridade. Esta idéia insulta o grande número de mulheres que consideram o sucesso relacional de maior importância do que o sucesso na carreira. A Bíblia honra estas mulheres que foram esposas, mães e criadoras de lares (Pv 31; 1Tm 5.9,10,14) bem como mulheres que serviram e trabalharam outras maneiras.

Se abandonarmos as falsas pressuposições, podemos ver que a Bíblia fornece uma grande afirmação às mulheres. Deus as designou maravilhosamente para gerar a nova vida, equipando-as de variadas maneiras (física, emocional, psicológica) para estas tarefas. A vocação de esposa e mãe é uma vocação exaltada. A Bíblia também afirma a vocação das mulheres solteiras (1Co 7.34), as que são incapazes de ter filhos biológicos: elas podem ser "mães espirituais" para muitos. Deus dota as mulheres com qualidades distintas que podem ser usadas não apenas na família, mas também em muitas áreas do ministério, bem como no ambiente de trabalho.

Os homens que lideram a igreja são responsáveis pela capacitação de outros membros para o ministério, incluindo as mulheres (Ef 4.12). O novo Testamento menciona muitas mulheres que estiveram envolvidas em importantes ministérios. Maria Madalena, Joana e Suzana viajaram com Jesus e os Doze, e deram apoio financeiro ao seu ministério (Lc 8.1-3). Enquanto todos os discípulos (menos um) estavam escondidos, depois da prisão de Jesus, várias mulheres testemunharam a morte de Jesus e prepararam o seu corpo para o sepultamento (Mt 27.55). A primeira aparição de Jesus, depois da ressurreição, foi a mulheres (Mt 28.1-7). A igreja em Jerusalém se reunia na casa de Maria, mãe de João Marcos, aparentemente uma mulher de posses (At 12.12). Paulo elogiou Febe e outros colaboradoras (RM 16); Evódia e Síntique lutaram com ele na causa do evangelho (Fp 4.3); Priscila e seu esposo ensinaram Apolo (At 18.26); as mulheres oravam e profetizavam nas reuniões da igreja de Corinto (1Co 11.5); as viúvas piedosas eram colocadas em uma lista oficial - provavelmente para receberem ajuda e para o desempenho de um ministério de oração e serviço prático (1Tm 5.3-10). Muitos creem que as diaconisas estavam envolvidas com um ministério de misericórdia(1Tm 3.11). Os obreiros deveriam capacitar as mulheres maduras a ensinar as mulheres jovens (Tt 2.3-5).

Os que veem papéis definidos pelo sexo nas Escrituras afirmam que a Bíblia explica o significado por trás de distinções de sexo. A força masculina pode servir para proteção e provisão. Muitas mulheres são dotadas com um "desígnio de adjutora" - são capacidades relacionais de nutrir e cuidar. Estas qualidades distintivas e a maneira como nos relacionamos uns com os outros, refletem algo mais profundo no próprio Ser de Deus. Em resumo, um olhar mais atento às Escrituras mostra que as mulheres são honradas e confirmadas na Bíblia. Elas não são pessoas de segunda classe aos olhos de Deus.



Sharon James



segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Comer Fugu...


Fugu, nada mais é que o nome oriental para o nosso simpático baiacu, aquele conhecido peixe com capacidade para inflar e desinflar como uma bola.
Trata-se de uma iguaria muito apreciada em vários lugares, mas especialmente no Japão.

O problema com o Fugu, é que além de saboroso, ele também é dotado de um veneno humanamente letal, presente em sua pele e alguns órgãos internos. Por isso, apenas chefs credenciado estão autorizados a preparar o Fugu.

O veneno do Fugu causa uma morte lenta e dolorosa pela paralisa os músculos, mantendo a pessoa em consciência enquanto morre por asfixia.
Morrer por ingestão de Fugu é uma possibilidade concreta, como comprovam as estatísticas anuais dando conta de vítimas desta causa.
Nada disso, porém, impede que pratos com sua saborosa carne continuem sendo preparados e apreciados cada vez mais.

Eu penso que certas práticas do nosso dia-a-dia se comparam a comer Fugu.
Para desfrutar do útil, belo e agradável disponível, algumas vezes é preciso incorrer em um risco até mesmo fatal.
Habilidade e destreza ajudam a minimizar o risco, mas não o eliminam. Ele está sempre presente e o limite para ele é bastante tênue.

Um campo em que isso se torna muito evidente para mim é o cultural. Entenda-se aí como cultura toda informação que chega até nós a cada dia pela imprensa, publicidade, artes e entretenimento, por canais mais variados de mídia, em doses cada vez maiores. Informação trabalhada com técnicas cada vez eficazes em formar opiniões, moldar carácteres e influenciar o comportamento das pessoas.
A cultura, evidentemente, pode ter coisas positivas a oferecer, porém, não deveria ser simplesmente assimilada da forma como é oferecida, em estado bruto, mas considerada, analisada e devidamente selecionada antes de ser consumida, como se faz com o Fugu. Somos criteriosos com a comida que compramos no mercado, com a escola que nossos filhos frequentam, com as pessoas que visitam nossa casa, mas aquilo que entra nela com o rótulo de cultura nem sempre passa por algum critério de seleção e acaba sendo assimilado de forma sutil e, não raro, automática.

A cultura em que estamos imersos – e na qual a oferta de informação é um aspecto cada vez mais relevante – pode ter uma influência grande ou pequena, um peso maior ou menor, dependendo da pessoa e do contexto particular de cada um, mas a única coisa que não se pode negar é que ela nos afeta.
Acreditar no contrário é uma grande ingenuidade. E a diferença entre uma iguaria e um veneno pode ser tão sutil quanto fatal.

Fonte: www.outramente.org

quinta-feira, 8 de julho de 2010

sobre homens e livros



"Um país se faz com homens e livros."


Monteiro lobato


sexta-feira, 2 de julho de 2010

“A leitura de um bom livro é um diálogo incessante: o livro fala e a alma responde.”

André Maurois

Bom Dia! Como vocês puderam perceber os textos postados aqui são de vários autores. Gosto muito de ler, não só como hobby, mas também como disciplina. A leitura é imprescindível para nosso crescimento e amadurecimento. Temos que ler e reter o que é bom. Evidentemente não ler apenas o que gostamos ou ler “de vez em quando”... o hábito de ler também exige disciplina, ler é um exercício, e como tal deve ser executado com constância e perseverança.

Mas não basta saber ler, é preciso aprender a entender! Estude, busque conhecimento, compare, analise, questione e critique com padrão e argumentação, pois de nada vale questionar ou criticar sem fundamento.
Leia, e leia muito, seus horizontes vão mudar...
Ah, leia muito a bíblia, leia, estude e ore!
“Bíblia: enquanto outros livros informam e poucos reformam, só este livro transforma” – A. T. Pierson
Para trabalharmos o conhecimento postarei a biografia de alguns dos autores citados. Começarei com C S Lewis, um dos melhores escritores cristãos do século XX. Recomendo os livros “Cristianismo puro e simples” – linguagem objetiva e ao mesmo tempo profunda; “O mais relutante dos convertidos” – biografia de Lewis (editora vida), livro fantástico, conta a infância de Lewis até a sua conversão, leiam... vale a pena!

Clive Staples Lewis nasceu no inverno de 1898 em Belfast, Irlanda do Norte e morreu em 22 de novembro de 1963, em sua casa de Oxford. Em sua sintética, mais oportuna biografia de Lewis, Henrique Elfes nos diz que Lewis do pai, galês, advogado de profissão, herdou a tendência romântica, sentimental e apaixonada; da mãe, inglesa, o raciocinio lúcido, a ironia e o senso prático; dos dois, o amor pelos livros. Aos seis anos, morreu-lhe a mãe, e com ela "desapareceram da minha vida toda a tranqüilidade e segurança".

Hipersensível, imaginativo, voltado para a auto-análise e empenhado desde muito cedo na busca do que chamaria joy, "alegria", na compreensão e procura das emoções, em breve desenvolveria também ao extremo o senso crítico e racional, talvez para alcançar a sempre evasiva equanimidade de temperamento.
Recebeu a primeira educação religiosa no "protestantismo do Ulster", mas numa versão pouco rigorista, atenuada pelo temperamento paterno. Já aos treze anos, num colégio interno, veio a perder a fé e a declarar-se "ateu". Leu G.K. Chesterton (que lhe pareceu ter "mais bom senso do que todos os modernos juntos") e George MacDonald, que preparariam a sua posterior conversão e aos quais se referiria algumas vezes como os "mestres que lhe ensinaram o cristianismo". Em 1916, prestou exames para Oxford e foi admitido no trinity College. No ano seguinte, foi convocado para o exército, mas por razão de ferimento foi retirado da Primeira Guerra e retomou os estudos e graduou-se em primeiro lugar em Filosofia, Línguas Clássicas e Línguas e Literatura Inglesa. Em 1925, foi eleito membro e tutor de Língua e Literatura Inglesa do Magdalen College na mesma Universidade. Em 1931 conhece J.R.R. Tolkien e o anglicano Hugh Dyson e se converte ao cristianismo, tornando-se anglicano. E depois de quase dez anos de silencioso amadurecimento intelectual e espiritual, C.S. Lewis - como assinaria todas as suas obras - resolveu lançar à brecha em defesa do cristianismo autêntico, alvo perpétuo de ataques nos meios intelectuais. Com a publicação do conhecido The Screwtape Letters ("Cartas de um demônio ao seu sobrinho", 1942), firmou a sua reputação como "o mais popular dos apologistas cristãos", completada pelos ensaios que escreveu sobre temas diversos como The problem of pain ("O problema do sofrimento", 1940), The Abolition of Man ("A abolição do homem", 1943 ou Miracles ("Milagres", 1947). Ao mesmo tempo, o abstrato scholar de Língua e literatura inglesa dava vasão ao seu poder imaginativo numa série de romances de ficção científica (a "Trilogia de Ranson", 1938-45) e em contos alegóricos infanto-juvenis (as "Crônicas de Narnia", 1950-56, que conheceram imenso sucesso e que recentemente foram levadoas à tela do cinema. Em 1952 casaria com a poetisa americana Helen Joy Gresham que viria falecer pouco depois. Seguiram-se anos difíceis, mas férteis para a sua produção literária: dos seus apontamentos aparece A Grief Observed, "Uma dor observada" (1961), livro de sincero registro da emoção e dor humana sentidas pela perda de alguém; esta obra viria a servir de base para o roteiro de Shadowlands, "Terras de Sombra", de Richard Attenborough (1993)

Fonte: www.aquinate.net/atualidades/personalidades - Por Paulo Faitanin