sábado, 9 de março de 2024
#grazie, Signore
sábado, 2 de março de 2024
#graça do assombro
Querido Deus, dê-me a graça do assombro. Surpreenda-me, maravilhe-me, encha-me de assombro em cada pequena fenda do seu universo. Conceda-me o deleite de ver como Jesus age em dez mil lugares, adorável em mãos e pernas, adorável ao Pai em olhos que não os dele, nas feições dos rostos dos homens. Arrebata-me a cada dia com suas incontáveis maravilhas. Não peço conhecer a razão de todas; peço apenas compartilhar da maravilha de todas.
O evangelho maltrapilho - Brennan Manning
sábado, 3 de fevereiro de 2024
#graça do assombro
Querido Deus, dê-me a graça do assombro. Surpreenda-me, maravilhe-me, encha-me de assombro em cada pequena fenda do seu universo. Conceda-me o deleite de ver como Jesus age em dez mil lugares, adorável em mãos e pernas, adorável ao Pai em olhos que não os dele, nas feições dos rostos dos homens. Arrebata-me a cada dia com suas incontáveis maravilhas. Não peço conhecer a razão de todas; peço apenas compartilhar da maravilha de todas.
O evangelho maltrapilho - Brennan Manning
sábado, 5 de novembro de 2022
#preço a ser pago?
Muitos
abraçam o evangelho pensando apenas naquilo que podem lucrar com sua decisão.
Infelizmente, a negligência da igreja começa a partir da nossa própria pregação
e ensino, em nossa apresentação do cristianismo, que tem se tornado, cada vez
mais focada nos benefícios que as pessoas podem ter – em detrimento do preço
que elas terão de pagar.
Preço?
Você falou em preço a ser pago na vida cristã?
Eu
não, quem falou foi Jesus! Ele é quem disse que temos que calcular o custo
antes de começar a carreira cristã.
O
conflito que esse conceito gera se deriva de uma visão incompleta dos
princípios bíblicos. Ultimamente tenho ouvido muita gente afirmar que “quem
entende a graça sabe que não há lugar para esforço na vida cristã”. O problema
dos que fazem tal afirmação é que estão apenas com parte da verdade, não estão
enxergando o quadro todo.
Quando
chegamos a Cristo, recebemos uma salvação que é pela fé, e não por obras (Ef
2.8-9). Não há mérito algum em nós e nada que possamos fazer que nos qualifique
a receber a salvação como se ela fosse algum tipo de recompensa. Isso é mais do
que óbvio, e ninguém questiona essa verdade. Porém, uma coisa é dizer que
nossos esforços não nos fazem merecedores – o que é fato – e outra é dizer que
eles não são necessários e que não podem, em hipótese alguma, interagir com a
graça. O próprio Cristo afirmou: ESFORCEM-SE para entrar pela porta
estreita, porque eu lhes digo que muitos tentarão entrar e não conseguirão
(Lc 13.24, NVI – grifo do autor). Se não há necessidade de esforço, por que
Jesus exigiria isso de nós?
A
graça não é uma obra unilateral da parte de Deus. O acesso à graça é por meio
da fé (Rm). Se eu não crer, não acesso os depósitos da graça. Portanto, a graça
não apenas age em nossa vida; ela reage ao nosso comportamento de fé. E essa fé
não se expressa somente por meio de palavras (Rm 10.9, 10), mas também por meio
de obras (Tg 2.17, 18).
As
recomendações bíblicas sobre diligência, dedicação e esforço são abundantes no
Novo Testamento. Embora elas não nos façam merecedores de Deus ou de seu reino,
não significa em absoluto, que Deus e seu reino não mereçam nossa diligência,
esforço e dedicação. Observe a instrução do apóstolo Pedro: Por isso mesmo,
vós, reunindo TODA A VOSSA DILIGÊNCIA […]. Por isso, irmãos, procurai, COM
DILIGÊNCIA CADA VEZ MAIOR, confirmar a
vossa vocação e eleição; portanto, procedendo assim, não tropeçareis em tempo
algum (1Pe 1.10 – grifo do autor).
- Luciano Subirá - Até que nada mais importe. p. 37 -
sábado, 22 de outubro de 2022
# graça?
Fico incomodado quando ministros fazem comentários como: “Não há diferença entre um cristão e um pecador; cristãos apenas foram perdoados”. Isso é uma heresia e faz duas coisas horríveis: primeiro, diminui o que Deus fez por nós através de Jesus e, segundo, nulifica sua promessa, mantendo seu povo cativo à corrupção deste mundo que é criada por desejos imorais. […]
Esses perpetradores ímpios, que estão disfarçados de pastores, líderes ou crentes, ensinam ou, mais provavelmente, modelam através de seu estilo de vida aquilo que identificam como “graça permissiva”, em vez da autêntica “graça habilitadora”. Ou seja, a graça permissiva que é ensinada não nos protege da Kriptonita (alusão simbólica ao pecado) nem nos capacita a nos afastarmos dela, mas nos permite viver com pouco ou nenhum limite. Isso prepara o caminho para que a sociedade dite o nosso estilo de vida, pois a graça está sendo reduzida meramente a um cobertor em vez de uma força habilitadora. Portanto, basicamente, crentes vulneráveis ficam livres para buscar os desejos de sua natureza decaída, como modelado pela sociedade, tornando-se então susceptíveis à kriptonita. Esse não é o propósito de Deus.
John Bevere. Kriptonita: destruindo o que rouba sua força.
sábado, 4 de janeiro de 2020
#Redenção
É importante entender, portanto, que a aliança de Deus é a mesma do começo ao fim, de Abraão até Cristo, de modo que aqueles que pertencem a Cristo pela fé são, portanto, filhos de Abraão e herdeiros das promessas que Deus fez a ele (Gl 3.29). A lei dada no Sinai não anulou a aliança da graça. Ao contrário, a aliança da graça foi confirmada e renovada no Sinai. O que a lei fez foi enfatizar e expandir os requerimentos de obediência. É apenas quando considerada isoladamente da aliança da graça que a lei é contrastada com o evangelho. A lei, então, é vista como condenando o pecador por sua desobediência, ao passo que o evangelho oferece-lhe vida pela graça.
Estamos agora em condições de pensar sobre o que pode ser descrito como os três estágios no desdobramento da aliança de Deus: redenção, adoção e glorificação.
sábado, 4 de agosto de 2018
Capacitação divina...
sábado, 5 de agosto de 2017
Sem mais desculpas.
sábado, 29 de abril de 2017
Isso é Graça!
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Perdão de Deus
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Genialidade da graça.
sábado, 23 de julho de 2016
Atraídos pela honestidade
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Graça.
A graça sustentadora não promete a ausência de luta, mas a presença de Deus.
"Porque todos temos recebido de sua plenitude e graça sobre graça". João 1.16






