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sábado, 19 de janeiro de 2019

...e o pó volte a terra.

Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venha a dizer:
Não tenho neles contentamento;
antes que se escureçam o sol, e a luz, e a lua, e as estrelas, e tornem a vir as nuvens depois da chuva;
no dia em que tremerem os guardas da casa, e se curvarem os homens fortes, e cessarem os moedores, por já serem poucos, e se escurecerem os teus olhos nas janelas;
e as duas portas da rua se fecharem por causa do baixo ruído da moedura, e se levantar à voz das aves, e todas as vozes do canto se baixarem;
como também quando temerem o que está no alto, e houver espantos no caminho, e florescer a amendoeira, e o gafanhoto for um peso, e perecer o apetite;
porque o homem se vai à sua eterna casa, e os pranteadores andarão rodeando pela praça;
antes que se quebre a cadeia de prata, e se despedace o cântaro junto à fonte, e se despedace a roda junto ao poço...
 ...e o pó volte a terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.

Eclesiaste 12.1-7

sábado, 15 de setembro de 2018

Pra onde iremos?

"Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne." João 6.51

Pra onde iremos nós?
Só Tu tens a vida eterna
 
Tu és o Pão que desceu do Céu
Fonte de vida, O Deus Emanuel

Com Tua glória sobre mim
Enche-me de Ti até transbordar

Eu nunca vou me saciar
Enche-me de Ti até transbordar

Tu és o Pão do Céu
O Deus Emanuel
Enche-me, enche-me até transbordar

Tu és o Pão do Céu
O Deus Emanuel
Enche-me, enche-me


Pra onde iremos? - Gabriela Rocha



quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O ponto essencial...




Comunicação

Oficina G3

Deter a sua mão,
Não dar o tato inerte
O suor no coração,
Viver o sentimento vizinho
Solitária locação de nem mesmo ter,
Os pés na conclusão
De intimamente
Ser o amigo sobrenatural
Responder ao emissor do receptor,
Vem comigo sem ruído


O fator ideal,
O ponto essencial, de tornar real o feedback
A fé tão ilógica, racional, se materializar
Sem mesmo ver, possivelmente sentir
Indiscutivelmente crer
Que há sol no meu jardim
O canto dos lírios,
Rosa de Saron, Jesus me respondeu.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O Eco...


O EC
 (Gióia Junior)

“Que fazes tu sobre a terra?
E o eco responde: Erra!...”
C. Alves

O que posso fazer se a vida, a glória fez-ma
Rotineira, a ilusão não muda, é sempre a mesma.
Que fazer se o prazer é sempre essa utopia
De um minuto feliz!! A maior alegria
É ligeira e fugaz como uma gargalhada,
...inunda a sala e cessa e volta para o nada...
Que fazer para ter alguma recompensa?
Mecânico e fatal o eco responde:
...pensa...

Pensar? Como, pensar? Perder a mocidade
No egoísmo sem razão dessa inutilidade...
Pensar apenas? Não, teria acaso um fim,
Pensar, pensar, pensar... de mim e para mim?
Esgotar a existência em um plano ilusório,
Sozinho usufruir da paz de um escritório?
Quero menosprezar a vida dissoluta...
Quero menosprezar a vida dissoluta...
Mecânico e fatal o eco responde:... luta...

Lutar...porque lutar... ver bandeiras ao vento,
Tambores e clarim,  galões e fardamentos,
Ver o sangue a jorrar em vis revoluções,
Ver Césares, Pompeus, Fellipes, Napoleões...
Lutar... porque lutar, se essa glória que embriaga
Tem o brilho na aurora e no poente se apaga...
Quero mais, muito mais... quero a brasa que inflama.
Mecânico e fatal o eco responde:... ama...

Amar... amei a vida e a vida é tão ingrata...
traz o pó que alimenta o micróbio que mata”...
Não, de modo nenhum, permaneço na teima...
“A fogueira que aquece é a mesma que nos queima”...
Amar, de que nos vale amar se o amor é vário.
Se ao beijo tem seqüência as dores do Calvário...
Quero fugir do mundo e procurar a calma...
Mecânico e fatal o eco responde: alma...

Alma...quando escutei essa palavra, quando
Meditei, vi que havia uma força operando
Além da compreensão... vi que o meu ódio acerbo
Era a minha impotência ante o mando do Verbo.
Quando, porém, notei que a paz aurifulgente
Está em nós firmada... algo puro, inerente
Ao nosso próprio ser...chama viva e sagrada
Que opera no interior sem depender de nada;

Alma...quando notei que em meu corpo carnal
Morava um universo, uma essência imortal.
Entreguei-me a Jesus e firmado em seu nome,
Na vivificação matei a minha fome...
Pensei...soube pensar em seu reino... lutei
Sem medo de derrota ao lado do meu Rei...
Amei aos meus irmãos. E agora em mim revive
A encantadora voz do eco bradando;
VIVE

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Essa cruz era minha!!!




Nada era dEle


Disse um poeta um dia,
fazendo referência ao Mestre amado;
"O berço que Ele usou na estrebaria,
por acaso era dEle?

_Era emprestado!

E o manso jumentinho,
em que, em Jerusalém, chegou montado
e palmas recebeu pelo caminho,
por acaso era dEle?

_Era emprestado!

E o pão - o suave pão
que foi por seu amor multiplicado,
alimentando toda a multidão -,
por acaso era dEle?

_Era emprestado!

E os peixes que comeu
junto ao lago e ficou alimentado,
esse prato era seu?

_Era emprestado!

E o famoso barquinho?
aquele barco em que ficou sentado,
mostrando à multidão qual o caminho,
por acaso era dEle?

_Era emprestado!

E o quarto em que ceou
ao lado dos discípulos, ao lado
de Judas, que o traiu, de Pedro, que o negou,
por acaso era dEle?

_Era emprestado!

E o berço tumular,
que, depois do Calvário, foi usado
e de onde havia de ressuscitar,
o túmulo era dEle?

_Era emprestado!

Enfim, NADA era dEle!
Mas a coroa que ele usou na cruz
e a cruz que carregou e onde morreu,
essas eram, de fato, de Jesus!"

Isso disse um poeta, certo dia,
numa hora de busca da verdade;
mas não aceito essa filosofia
que contraria a própria realidade...
O berço, o jumentinho e o suave pão,
os peixes, o barquinho, o quarto e a sepultura,
eram dEle a partir da criação,
"Ele os criou" - assim diz a Escritura...

Mas a cruz que Ele usou
- a rude cruz, a cruz negra e mesquinha
onde meus crimes todos expiou,
essa não era Sua,
ESSA CRUZ ERA MINHA!



 Gióia Júnior - poeta cristão - Goiânia, 21 de setembro de 1955

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Deixem me só!


Deixem-me só!


Deixem-me só! Quero Ficar sozinho,
que assim espero conversar com Deus
e sentir o calor do seu carinho,
dulcificando os sofrimentos meus.

Há tanta inconpreensão no meu caminho,
tantas ingratidões e erros sandeus,
que desta soledade me avizinho,
para em silêncio conversar com Deus...

Como é confortador o seu convívio
em que, para as angústias, acho alívio
e sinto a paz, na antevisão dos céus!

Deixem-me só! Da vida nada eu quero,
a não ser os momentos que inda espero
ter em silêncio pra falar com Deus.


Mario Barreto França - Primícias da minha seara

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Inspirações para a vida

 


Se

Se és capaz de manter tua calma, quando,

todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa...
De crer em ti quando estão todos duvidando,
e para esses, no entanto, achar uma desculpa;

Se és capaz de esperar sem te desesperares,

ou enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
e não parecer bom demais, nem pretensioso;

Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires,

de sonhar - sem fazer dos sonhos teus senhores;
Se, encontrando a desgraça e o triunfo, conseguires
tratar da mesma forma a esses dois impostores;

Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas,

em armadilhas as verdades que disseste
E as coisas, porque deste a vida estraçalhadas,
e refazê-las com o bem pouco que te reste;

Se és capaz de arriscar numa única parada,

tudo quanto ganhaste em toda a tua vida,
E perder e, ao perder, sem nuca dizer nada,
resignado, tornar ao ponto de partida;

De forçar coração, nervos, músculos, tudo,

a dar seja o que for que neles ainda existe;
E a persistir assim quando, exausto, contudo,
resta a vontade em ti, que ainda te ordena: Persiste!

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes,

e, entre Reis, não perder a naturalidade;
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
se a todos pode ser de alguma utilidade;

Se és capaz de dar, segundo por segundo,

ao minuto fatal todo valor e brilho;
Tua é a Terra com tudo o que nela existe,
e - o que ainda é muito mais - és um Homem, meu Filho!
Joseph Rudyard Kipling (30 de dezembro de 1865, em Bombaim, Índia - 18 de janeiro de 1936); escritor britânico, nascido na Índia


segunda-feira, 20 de junho de 2011

Somente para Salvos



Vem, Doce Morte

Vem, doce morte, eu sei que não és o mistério
do sem fim, o pavor do escuro cemitério,
não és o vulto mau, a sombra horrenda e esguia
do cutelo fatal e da mão muito fria
cujo afago cruel, implacável, glacial,
causa toda a aflição do momento final...
Pintam-te assim: voraz, a bailar pela estepe
da existência, andrajosa e vestida de crepe,
megera desumana afogada em vinganças,
arrebatando mães e roubando crianças...
E como és diferente!
                                 

És um sussurro manso,
um cântico de paz, um hino de descanso.
Vens brilhando, vens clara e majestosa, toda
adornada de luz como a manhã da Boda.
És o encontro, o momento eterno e majestoso
em que a noiva, feliz se aproxima do esposo...
És o dia esperado em que, os filhos da Luz
podem ver, afinal, o rosto de Jesus,
o dia em que Jesus conduz os filhos seus
para a Vida Eternal na Cidade de Deus,
onde não há mais pranto, onde não há mais dor,
onde existe somente a glória do Senhor!

 

És um caminho bom – o melhor dos caminhos – 
macio, leve, azul, sem pedras ou espinhos.
Leva-me pela mão, ó delicada irmã,
ao Jardim multicor da Nova Canaã.
Irei como um menino, alegre, num transporte...
minh’alma te deseja e diz:
                                   


“Vem, doce morte!”

 

Do livro 25 Anos de Gióia Júnior (Editora Betânia)

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Cristo vive em mim!!!!!!




Ter a minha voz, mas é Ele quem fala.


Os passos são meus, mas é Jesus quem guia.


O coração é meu, mas é seu amor que palpita


em mim, através de mim e comigo.


Como é ter Cristo em nosso interior?





Usar a força dEle quando a minha termina.


Sentir a força do fogo celeste devastando,


apagando os desejos maus.


Será que Cristo poderia se tornar todo o meu ser?





Tanto dEle, tão pouco de mim,


a ponto de verem-no em meus olhos.


Como seria isto?


Não mais eu, mas Cristo em mim.





“Vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim”.


Gálatas 2.20

Fonte: O Salvador mora ao lado- página 106 – Max Lucado – Editora CPAD

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Meu Lugar






Há dias em que não é possível expressar o que o sentimos em palavras. Neste momento a música nos auxilia muito...




O Meu Lugar

Dor constante em minha mente sem um farol
E eu só quero um lugar pra descansar
A minha bússola não tem mais pra onde apontar
E o tempo não passa...

Tudo que eu tenho... uma certeza...

Eu não descanso quando fecho os meus olhos
Um som de morte soa contra a minha paz
Transbordando o cálice do meu pranto
E não há lugar aonde descansar

Tua mente tão mais alta me faz sonhar
O sacrifício, o princípio e o fim
Meu coração conhece e segue a tua voz
A tua sombra, o meu descanso

A minha fonte... uma certeza...

O meu socorro num piscar dos meus olhos
E a minha paz ouvindo o som da tua voz
E a tua mão pra dissipar o meu pranto
És o meu lugar aonde descansar



Composição: Zé Bruno - Resgate
  



Inté+
Jair Tomaz

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Inspirações para a vida...



O Poema "Se", abaixo, de autoria do inglês Kipling, foi de grande inpiração na vida do missionário Stanley Dale, que levou o evangelho até a região de Cale do Seng, Papua, Nova Guiné: uma região inóspita encravada numa ilha próxima ao continente Australiano. Região habitada por indígenas guerreiros canibais, mergulhados em suas crença e superstições. Foi morto por uma das tribos, e sua morte foi uma demonstração de como Deus pode usar grandes tragédias para trazer bênçãos eternas sobre os povos. Um grande exemplo de obediência, onde a vontade de Deus é, verdadeiramente, colocada acima de tudo, até da própria vida. Que Deus possa estar despertando em nós o "amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, toda a tua alma, acima de todas as coisas".

Graça e Paz!


Se

Se és capaz de manter tua calma, quando,

todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa...
De crer em ti quando estão todos duvidando,
e para esses no entanto achar uma desculpa;

Se és capaz de esperar sem te desesperares,

ou enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
e não parecer bom demais, nem pretensioso;

Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires,

de sonhar - sem fazer dos sonhos teus senhores;
Se, encontrando a desgraça e o triunfo, conseguires
tratar da mesma forma a esses dois impostores;

Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas,

em armadilhas as verdades que disseste
E as coisas, porque deste a vida estraçalhadas,
e refazê-las com o bem pouco que te reste;

Se és capaz de arriscar numa única parada,

tudo quanto ganhaste em toda a tua vida,
E perder e, ao perder, sem nuca dizer nada,
resignado, tornar ao ponto de partida;

De forçar coração, nervos, músculos, tudo,

a dar seja o que for que neles ainda existe;
E a persistir assim quando, exausto, contudo,
resta a vontade em ti, que ainda te ordena: Persiste!

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes,

e, entre Reis, não perder a naturalidade;
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
se a todos pode ser de alguma utilidade;

Se és capaz de dar, segundo por segundo,

ao minuto fatal todo valor e brilho;
Tua é a Terra com tudo o que nela existe,
e - o que ainda é muito mais - és um Homem, meu Filho!


Joseph Rudyard Kipling (30 de dezembro de 1865, em Bombaim, Índia - 18 de janeiro de 1936); escritor britânico, nascido na Índia