Mostrando postagens com marcador Aborto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Aborto. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 2 de outubro de 2024
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024
quarta-feira, 19 de julho de 2023
quarta-feira, 10 de maio de 2023
sábado, 5 de maio de 2018
terça-feira, 11 de novembro de 2014
vida sempre viva!
Antigamente se sacrificava crianças a um deus chamado Moloque... hoje se faz sacrifícios a um deus chamado conveniência!
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Texto infeliz!
No dia 25/08 a Folha de São Paulo publicou um texto intitulado “O país e o armário” link aqui:http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2014/08/1505356-o-pais-e-o-armario.shtml
Bem, é um texto infeliz!!
Mas por que é infeliz?
Porque não pode ser diferente um texto
que defende o assassinato de crianças! Ah, antes que você pergunte: Sim, aborto
é assassinato de crianças; umas são assassinadas porque são de famílias cristãs,
outras porque são um estorvo; umas são mortas por bombas, outras por
espancamento e outras são através do aborto. Só muda a idade com graus
diferentes de crueldade, mas em todos os casos está incluindo a impossibilidade
de defesa... contra-argumentar uma vez que fosse com o seu algoz, talvez lhe
fazer a fatídica pergunta: que culpa eu tenho?
O fato de 343 mulheres, entre elas
algumas celebridades, como colocado no primeiro parágrafo - “todo ano, um milhão de mulheres fazem aborto na
França. Eu sou uma dessas mulheres. Eu abortei. O manifesto foi assinado por
347 mulheres...- terem feito e defendido o aborto não muda a gravidade do
fato nem o faz menos criminoso... só nos faz enxergar o quanto o ser humano
pode ser cruel e egoísta. Cruel por matar um igual que não pediu para estar
ali, que não tem culpa da irresponsabilidade alheia, que não pode defender-se
ou mesmo, por um instante, contra-argumentar, e mesmo assim será friamente
descartado; Egoísta porque muda a escala de valores considerando carreira
profissional, segurança financeira e até a beleza como sendo mais importante
que a vida humana... não, não é.
Ora, eu pergunto, se todos os países do
mundo tornarem legal o assassinato (independente de idade) isso o torna
correto? O torna moral?
Aqui cabe um link interessante sobre moralidade e bondade:http://www.reasonablefaith.org/portuguese/podemos-ser-bons-se-deus-naeo-existir
Aqui cabe um link interessante sobre moralidade e bondade:http://www.reasonablefaith.org/portuguese/podemos-ser-bons-se-deus-naeo-existir
Esse tipo de opinião não é nova, ao
contrário, está na moda ser moderninho fumando um baseado ou freqüentando uma
clinica de aborto... triste, mas o que pega nesse texto é o fato do autor
transmitir um sentimento de superioridade quase boçal, como se a opinião dele fosse a
definitiva, absoluta. Soma-se a isso uma insustentável indiferença para com a
vida humana. É uma total inversão de valores, estamos no país onde matar um
animal te manda pra cadeia e matar um ser humano não.
Encerrando... o autor do texto cita a
posição dos políticos no quinto parágrafo mas, novamente, eu discordo dele, pois
o que é constrangedor (ao contrário do que afirma o autor) não é ver os “candidatos
se estapeando pelo eleitorado conservador” e sim esses candidatos afirmarem uma
convicção que não tem só para conquistar o eleitor. Veja, o candidato tem o
direito de ter a opinião que quiser, o que não pode é enganar o eleitor, mas
isso é assunto para outro dia.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
O que a Bíblia diz sobre o Aborto?
Não é novidade o fato de se tirar intencionalmente a vida antes do nascimento. Embora seja recente a adoção de "direitos de aborto" como uma causa política progressiva nas sociedades ocidentais, o aborto tem sido praticado em todas as culturas, desde tempos antigos. Na verdade, uma das principais realizações da disseminação do evangelho no mundo greco-romano foi repelir essa prática, e o seu parente mais próximo, o infanticídio, às margens da sociedade. No paganismo clássico, embora às vezes controverso, o aborto (como a eutanásia) eram comum e amplamente aprovado. Os médicos antigos que faziam o juramento de Hipócrates, cuja visão médica era movida pelo desejo de salvar a vida, e não tirá-la, estavam nadando contra a corrente. Foi a igreja de Jesus cristo que percorreu o mundo romano com um grande movimento em favor da vida, estabelecendo padrões na medicina, na cultura e nas políticas públicas, que ainda condicionam a mentalidade da fragmentada cristandade do século XXI.
Os leitores que buscam aborto em um índice remissivo provavelmente não encontrarão, e como resultado os crentes sugeriram que as Escrituras fazem silêncio sobre o assunto e, portanto, podemos agir como quisermos. Essa conclusão depende de alguns sérios equívocos. Os fundamentos bíblicos de uma ampla proibição ao aborto provocado são profundos, nas doutrinas da criação e encarnação.
O ponto de partida para um entendimento bíblico da natureza humana é a verdade de que seres humanos são criados à imagem de Deus. Está claro, com base em Gênesis 1.26,27, que isso se aplica a todos os que são membros da espécie humana. O Homo Sapiens é diferente de todos os outros "tipos", pelo fato de que trazemos a semelhança com o nosso Criador. Está escrito especificamente que a imagem foi transmitida às mulheres, bem como aos homens, e que permaneceu depois da queda (Gn 9.6). Tal acontecimento se aplica a judeus e gentios, religiosos e irreligiosos, jovens e velhos, os que estão no auge da capacidade humana, bem como os doentes e incapacitados. A imago Dei é o que nos torna os seres que somos, e existe onde quer que haja membros da nossa espécie e, portanto, é genética.
Enquanto questões extraordinariamente difíceis são propostas pela perspectiva de híbridos de humanos e animais (e, talvez, robôs humanóides), a questão aqui é simples. Se alguém é membro da espécie humana, esta pessoa traz a imagem divina. Portanto, a sua vida é sagrada. Com esta única admissão, encontramos a base para a bioética bíblica, bem como respostas imediatas a muitas das mais incômodas perguntas na medicina e biociência contemporâneas. Ela fornece uma resposta direta à questão do aborto provocado, uma vez que o mandamento "Não matarás" (Ex 20.13), se aplica a todos os seres humanos desde o princípio da vida até o seu fim. E este mandamento está explicitamente enraizado no fato de que somos criados conforme a imagem divina (Gn 9.6), no contexto irônico da instituição da pena de morte: "Quem derramar o sangue do homem, pelo homem o seu sangue será derramado; porque Deus fez o homem conforme a sua imagem".
Este princípio da espécie é de fundamental importância para o debate sobre embriões humanos, uma vez que cientistas desenvolveram técnicas usando fertilização in vitro e clonagem, tornando possível o uso de embriões para pesquisas destrutivas. A posição da bíblia é inequívoca: os que fazem parte da espécie, feitos conforme a imagem divina, não devem ser assassinados.
O segundo fundamento está na doutrina da encarnação. Para ilustrar este princípio da criação da espécie conforme a imagem, na sua encarnação, o Filho de Deus, a Segunda Pessoa da trindade, assumiu a forma humana, e o fez a partir do princípio da usa existência biológica humana, e o fez a partir do princípio da sua existência biológica humana. Quando, no "sexto mês" (Lc 1.36, uma referência não ao calendário, mas ao avançado estágio da gravidez de sua prima Izabel), o anjo disse a Maria que ela conceberia através de um milagre, teve início a vida humana do Filho de Deus. Pouco tempo depois, Maria visitou Isabel, e nós vemos o primeiro testemunho de João Batista a seu parente e Senhor, como um feto de seis meses no útero de sua mãe, diante da presença do embrião de Jesus, com poucos dias de idade (LC 1.39-45).
Diante dessas declarações teológicas básicas, as muitas referências incidentais à vida ainda não nascida no Antigo Testamento - nos profetas, em Jó, e particularmente nos Salmos - assumem um forte significado (por exemplo, Sl 139.13 e os versos seguintes).
O único texto bíblico que às vezes é oferecido como uma refutação é Êxodo 21.22 e os versos seguintes, passagem que se refere à punição apropriada a ser aplicada se os homens, durante combate, acidentalmente atingissem uma mulher e levassem-na a abortar. Há traduções diferentes da passagem, no entanto, isso não tem relevância para o debate sobre o aborto deliberado, uma vez que se refere ao homicídio involuntário de um filho não nascido, e não a um homicídio deliberado.
Fonte: Bíblia de Estudo - Defesa da Fé - CPAD - págs. 987 e 988
O segundo fundamento está na doutrina da encarnação. Para ilustrar este princípio da criação da espécie conforme a imagem, na sua encarnação, o Filho de Deus, a Segunda Pessoa da trindade, assumiu a forma humana, e o fez a partir do princípio da usa existência biológica humana, e o fez a partir do princípio da sua existência biológica humana. Quando, no "sexto mês" (Lc 1.36, uma referência não ao calendário, mas ao avançado estágio da gravidez de sua prima Izabel), o anjo disse a Maria que ela conceberia através de um milagre, teve início a vida humana do Filho de Deus. Pouco tempo depois, Maria visitou Isabel, e nós vemos o primeiro testemunho de João Batista a seu parente e Senhor, como um feto de seis meses no útero de sua mãe, diante da presença do embrião de Jesus, com poucos dias de idade (LC 1.39-45).
Diante dessas declarações teológicas básicas, as muitas referências incidentais à vida ainda não nascida no Antigo Testamento - nos profetas, em Jó, e particularmente nos Salmos - assumem um forte significado (por exemplo, Sl 139.13 e os versos seguintes).
O único texto bíblico que às vezes é oferecido como uma refutação é Êxodo 21.22 e os versos seguintes, passagem que se refere à punição apropriada a ser aplicada se os homens, durante combate, acidentalmente atingissem uma mulher e levassem-na a abortar. Há traduções diferentes da passagem, no entanto, isso não tem relevância para o debate sobre o aborto deliberado, uma vez que se refere ao homicídio involuntário de um filho não nascido, e não a um homicídio deliberado.
Nigel Cameron
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)
.jpeg)





