quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023
sábado, 19 de fevereiro de 2022
Debate
Debate com um ateu
"Nilvadex Aramis" x "Yuri
Schein"
(O Nome do Ateu foi mudado para não expor
ele a vergonha pública, que ele considere uma benevolência de minha parte) caso
ele objete, posso expor o nome dele publicamente.
Imagem compartilhada por um membro do grupo
com a frase "de acordo com que Padrão"
Os erros de português foram mantidos
propositalmente, o debate seguirá a íntegra...
COMENTÁRIO ATEÍSTA [Nivaldex Aramis]:
De qual deus vcs estão falando?
para um deus ser ''o bom absoluto'' primeiro
ele tem que aparecer e provar que ele existe, do contrario e só bla,bla,bla.
Agora se vcs estão falando deus bíblico, ele
é um imoral segundo os padrões de moral vigente, exemplo: apoiar a escravidão,
o estupro, o engano.
já é uma merda um deus mandar ''seu povo''
matar outros povos.
O pior ainda é ele matar crianças e animais.
E qual é a desculpa? eram idolatras kkkkk já pensou ovelha idolatra.
E o livre arbítrio kd?
pois é, segundo os padrões de moral vigentes
hoje, esse deus além de imoral é um mal caráter.
RESPOSTA APOLOGÉTICA PRESSUPOSICIONALISTA
[YURI SCHEIN]:
Nivaldex Aramis
"De qual deus vcs estão falando?"
Quantos deuses existem de fato? Você pode
provar a existência dos outros deuses? Nós eliminamos todos os outros supostos
deuses com a nossa apologética, se trata de excluir todas as impossibilidades,
é um raciocínio lógico.
"Se o cristianismo é verdadeiro, todas
as outras cosmovisões são falsas" é um princípio claro da lei da
não-contradição, então só precisamos apontar o cristianismo e todas as outras
cosmovisões se tornam irrelevantes, pela Lei da não contradição.
Alguém poderia usar esse seu mesmo argumento
falacioso contra você
"por que a sua cosmovisão ateísta é a
verdadeira se existem outras docentes cosmovisões?"
"para um deus ser 'o bom absoluto'
primeiro ele tem que aparecer e provar que ele existe, do contrario e só
bla,bla,bla."
"Agora se vcs estão falando deus
bíblico, ele é um imoral segundo os padrões de moral vigente, exemplo: apoiar a
escravidão, o estupro, o engano."
"já é uma merda um deus mandar ''seu
povo'' matar outros povos."
"O pior ainda é ele matar crianças e
animais. E qual é a desculpa? eram idolatras kkkkk já pensou ovelha
idolatra."
"E o livre arbítrio kd?"
"pois é, segundo os padrões de moral
vigentes hoje, esse deus além de imoral é um mal caráter."
Você também disse "para um Deus ser o
bom absoluto, ele tem que aparecer para provar que ele existe..."
De acordo com que critério? A experiência
sensorial? Quer dizer que você confia apenas no que vê? Me responda você vê as
leis da lógica? As verdades matemáticas?
Como elas podem existir se você não vê elas,
elas existem só na sua mente? Quer dizer que se você ou nenhum outro ser humano
existir as leis da lógica deixam de existir? Me explique?
Como você pode provar a ciência pelo próprio
método científico? Me explique aí.
Se todo o conhecimento das coisas vem pela
experiência sensorial, como você sabe que algo é verdade, pelo que você vê?
Então me explique, como você aprendeu pela sua visão, o significado da palavra
"se" ou da palavra "talvez".. coloque tudo isso em um
silogismo pra mim.
Você acredita na lei da Gravidade? Por que?
Por que você vê os efeitos dela? Mas e o mundo foi causado pelo que? Sua
existência é efeito do que? Como você resolve a questão da causalidade AD
INFINITUM?
"Agora se vocês estão falando Deus
bíblico, ele é imoral segundo os padrões morais vigentes..."
De onde vem os padrões morais vigentes? Eles
são absolutos ou são subjetivos, se eles são absolutos quem os fez? Se eles são
apenas subjetivos porque eu deveria dar bola para essa objeção estúpida?
Me responda quais são os padrões vigentes? E
quem determina eles? Novamente: eles são absolutas regras morais? Não? Então
que tipo de objeção estúpida é essa?
Deus apoiou o estupro, a escravidão e o
engano? Então porque ele deu leis contra essas coisas, em uma época onde essas
práticas eram comuns na sociedade? Por que ele ordenou o Israelita soltar seus
escravos depois de 7 anos? Por que ele ordenou que o estuprador (que tenha sido
comprovado) seja morto? Por que ele deu uma lei contra o falso testemunho?
Me diga você cobiça? De acordo com que
Padrão não seria certo um homem cobiçar a sua mulher, as suas irmãs ou seus
parentes? Por que ele não deve pensar nelas enquanto faz qualquer coisa
repugnante em seu quarto?
"Já é merda um deus mandar "seu
povo" matar..."
Me diga, de acordo com que Padrão?
Justifique porque é errado? É sua opinião? Então por que acha que seu
comentário é mais relevante que eu assistir um vídeo de um besouro vira-bosta?
"O pior ainda é ele matar crianças....
desculpa idólatras... blá blá?"
Novamente você não faz uma objeção moral
relevante, se a moral não é objetiva isso é só sua opinião, e porque alguém
teria que seguir sua opinião irrelevante? Você acha errado Deus mandar matar
uma ovelha? Me explique, por que é errado matar uma ovelha? De acordo com que
critério? Você é vegano? Se for, Como você justifica o veganismo ?
"Livre arbítrio".
De onde você tirou que temos livre arbítrio?
Por que você faz decisões? Mas se você é ateu e não existe mais nada se não o
mundo material, os seus axiomas são reações químicas do cérebro influenciadas
por hormônios, etc... como você defende o livre arbítrio na sua cosmovisão? Existe
uma mente imaterial que domina sobre o seu cérebro? Você crê em uma mente
imaterial? Mas se a única coisa que existe é o mundo físico, como você
justifica a liberdade do pensamento, se seu pensamento é fatalmente determinado
pela química, física e leis naturais? Além disso, você também sofre influências
externas, neurocientistas dizem que você não tem liberdade alguma pra pensar
no que quiser.
Como você pode apelar para livre arbítrio?
"Pois segundo os padrões morais
vigentes hoje... deus é imoral e um mal caráter?"
Eu não sabia que Deus morava na terra e era
temporal, e deveria seguir os padrões morais vigentes (aqui na terra) e hoje
(temporal).
sábado, 17 de novembro de 2018
Se...
- Se Jesus é o Filho de Deus, seus ensinos são mais que meras ideias corretas de um mestre sábio; são posições divinas sobre as quais posso com confiança edificar minha vida.
- Se Jesus estabelece o padrão da moralidade, posso agora ter um fundamento inabalável para minhas escolhas e decisões, em vez de baseá-las na areia movediça dos interesses próprios e do egocentrismo.
- Se Jesus ressuscitou, ele ainda está vivo hoje e disponível para que eu o encontre pessoalmente.
- Se Jesus derrotou a morte, ele pode abrir a porta da vida eterna para mim também.
- Se Jesus tem poder divino, ele tem capacidade sobrenatural de me guiar, ajudar e transformar enquanto eu o sigo.
- Se Jesus conhece pessoalmente a dor da perda e do sofrimento, ele pode me consolar e encorajar em meio à turbulência que ele avisou que seria inevitável em um mundo corrompido pelo pecado.
- Se Jesus me ama como diz, ele tem meus melhores interesses em mente. Isso significa que nada tenho a perder e tudo tenho a ganhar ao me confiar a ele e a seus propósitos.
- Se Jesus é quem afirma ser (e lembre-se de que nenhum líder de qualquer religião importante jamais disse ser Deus), como meu Criador ele merece por direito minha lealdade, obediência e adoração.
sábado, 8 de setembro de 2018
três perguntas
[...] quero compartilhar o cerne do que aprendi naqueles meses de pesquisa, para que você também possa ver que o cristianismo não é um mito, nem fantasia ilusória de alguns sonhadores religiosos, nem um embuste forjado sobre mentes simplórias. É uma verdade, sólida como a rocha firme. E garanto que, quando você reconhecer por si mesmo essa verdade, estará no limiar de encontrar as respostas a essas três perguntas: quem eu sou? Qual o meu propósito? Qual o meu destino?
sábado, 28 de julho de 2018
Coincidências?!
Os estudiosos encontraram paralelos interessantes entre a Doutrina de Amenemope e o livro de Provérbios, especialmente os capítulos 22 e 23. O capítulo 1 da obra de Amenemope começa com uma instrução similar à encontrada em Provérbios 2.2: dar ouvidos à sabedoria e inclinar o coração para o discernimento (cf. 22.17). Ambos os textos advertem contra a expansão de um campo pela remoção das pedras que demarcam o limite de uma propriedade (Amenemope, VII, 11-14; Pv 22.28; 23.10). Ambos advertem contra a exploração do pobre (Amenemope, IV,4-5; Pv 22.22), a associação com pessoas de temperamento violento (Amenemope, XI 12-14; Pv 22.24, 25), a glutonaria à mesa de um oficial (Amenemope, XXIII, 13-20; Pv 23.1-3) e comer a comida de um avarento (Amenemope, XV, 9-12; Pv 23.6-8). Ambos os textos ressaltam a tendência que a riqueza tem de criar asas e voar como um pássaro (Amenemope, X 4-5; Pv 23.4-5), afirmam que a boa reputação é mais importante que as riquezas (Amenemope, XVI, 11-12; Pv 22.1), que a pessoa talentosa servirá aos governantes (Amenemope, XXVII, 15-17; Pv 22.29) e que a melhor atitude para com o pobre é a generosidade (Amenemope, XVI, 5-10; Pv 22.9). De fato, alguns estudiosos acreditam que a divisão em 30 capítulos de Amenemope é um reflexo da versão original hebraica de Provérbios 22.20.
É bem provável que o escritor desses provérbios tenha incorporado elementos da sabedoria de outras fontes, como Amenemope, enquanto compilava seu trabalho, mas isso não anula a inspiração divina do texto bíblico. O compilador de Provérbios pode ter feito uso de elementos da literatura sapiencial estrangeira que demonstravam a justiça e a moralidade apropriadas, embora mantendo o princípio de que a verdadeira sabedoria sempre começa com "o temor do Senhor" (1.7).
sábado, 21 de julho de 2018
Pluralismo Religioso.
“Suicídio” religioso
“Se eles afirmam que todos os pensamentos são assim marcados, então, obviamente, devemos lembrá-los que o freudismo e o marxismo são sistemas de pensamento da mesma forma que o são a teologia cristã ou o idealismo filosófico. O freudiano e o marxiano acham-se no mesmo barco em que todos nós estamos, e não podem nos criticar como se estivessem do lado de fora. Fazendo isso, cortam o galho sobre o qual eles mesmos estão sentados. Se, em contrapartida, eles disserem que o estar marcado não precisa invalidar o pensamento deles, tampouco, portanto, precisa invalidar o nosso. Nesse caso, eles salvam o galho em que estão, mas também salvam o nosso.” (God in the dock, p. 300)
sábado, 23 de junho de 2018
Pense
A Bíblia declara: "Portai-vos com sabedoria [...] para saberdes como deveis responder a cada um" (Cl 4.5-6). Pedro instou aos crentes: "Santificai a Cristo, Como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós, fazendo-o, todavia, com mansidão e temor" (1Pe 3.15-16).
sábado, 16 de junho de 2018
Como a arqueologia confirma a Bíblia?
sábado, 19 de maio de 2018
A importância da apologética
Em minha opinião, a igreja está realmente falhando com esses jovens. Em vez de fornecer a eles um bom treinamento na defesa da fé cristã, nós ficamos envolvidos em lhes proporcionar experiências de louvor carregadas de emoção, ficamos nos preocupando com suas necessidades e em entretê-los. Não é a toa que eles se tornam presas fáceis para um professor que racionalmente ataca a sua fé. No segundo grau e na faculdade, os estudantes são bombardeados com todo tipo de filosofia não cristã combinada com um avassalador relativismo e ceticismo. Temos que preparar nossos jovens para essa guerra. Como temos coragem de enviá-los desarmados para essa zona de guerra intelectual? Os pais devem fazer mais do que apenas levar seus filhos à igreja e ler histórias da Bíblia para eles. Pais e mães precisam ser bem treinados em apologética para que sejam capazes de explicar aos seus filhos, desde pequenos e cada vez com maior profundidade, porque cremos naquilo que cremos. Honestamente falando, acho difícil de entender como casais cristãos, nesses tempos em que vivemos, podem correr o risco de trazer filhos ao mundo sem terem recebido um bom treinamento em apologética como parte de seu ofício de pais.
sábado, 12 de maio de 2018
A Bíblia contém erros?
A crença na infalibilidade se apoia em pelo menos quatro linhas de argumentação: a bíblia, a história, a epistemologia e a do terreno escorregadio.
O argumento bíblico é obtido do que a Bíblia tem a dizer sobre si mesma, e é o mais importante. Este argumento pode ser formulado de uma maneira circular e de uma não-circular. É circular, quando alguém afirma que a Bíblia diz é inspirado e inequívoco, e que é verdade, porque é encontrado em uma escritura inspirada e inequívoca. Não é circular, quando são feitas declarações que podem ser comprováveis fora do documento. Isto é possível, porque a Bíblia faz declarações históricas e geográficas que podem ser confirmadas independentemente. A infalibilidade resulta do que a Bíblia tem a dizer sobre a sua inspiração. É o sopro de Deus (2 Tm 3.16) e o resultado da orientação do espirito Santo sobre os autores humanos (2 Pe 1.21). É um livro humano-divino. Além disto, o reconhecimento de um profeta no Antigo Testamento requer nada menos do que a total honestidade (Dt 13.1-5; 18.20-22). A comunicação escrita de Deus pode ter um padrão inferior a esse? Deve-se observar que tanto a forma oral de comunicação como a escrita envolvem o elemento humano. Isto mostra que o envolvimento humano não indica necessariamente a presença de erro. A Bíblia ensina a sua própria autoridade, também. Mateus 5.17-20 ensina que os céus e terra passarão antes que o menor detalhe da lei deixe de cumprir-se. João 10.34,35 ensina que as escrituras não podem ser anuladas. Além disto, a maneira como as Escrituras usam as Escrituras respalda a sua infalibilidade. Às vezes, os argumentos nas escrituras se baseiam em uma única palavra (Sl 82.6; Jo 10.34,35), no tempo de um verbo (Mt 22.32), ou no número de um substantivo (Gl 3.16). Finalmente, o caráter de Deus está por trás da sua palavra, e Ele não mente (Nm 23.19; 1 Sm 15.29; Tt 1.2; Hb 6.18).
Um segundo argumento é o histórico. Embora haja os que discordam, a infalibilidade tem sido a perspectiva cristã padrão ao longo da história. Agostinho escreve: "Eu aprendi a dedicar este respeito e esta honra somente aos livros canônicos das Escrituras: estes livros são os únicos sobre os quais eu posso crer firmemente que os autores estavam completamente isentos de erros". Lutero diz: "Todos, na verdade, sabem que, às vezes, eles (os pais) erraram, como os homens erram; por isto, eu estou pronto a confiar neles, somente quando eles provam suas opiniões com base nas Escrituras, que nunca erra". John Wesley tem uma opinião similar: "Na verdade, se houvesse algum engano no livro, poderia igualmente haver mil. Se há alguma falsidade nesse livro, ela não vem do Deus da verdade".
Um terceiro argumento é o epistemológico (baseado no que sabemos, e como sabemos). Uma maneira útil de formular este argumento é reconhecer que, se a Bíblia não é inteiramente verdade, então qualquer parte dela pode ser falsa. Isto é particularmente problemático quando algumas das mais importantes informações que a Bíblia transmite não podem ser confirmadas por meio de fatos independentes. Ela ensina sobre um Deus invisível, anjos e céu. A infalibilidade requer que as afirmações da Bíblia que podem ser comprovadas sejam apresentadas como verdadeiras, sempre que toda informação relevante esteja disponível. Os que criticam a veracidade integral da Bíblia apontam vários supostos erros. Mas nestes casos, a passagem em questão pode ter sido mal interpretada pelo crítico, ou nem todos os fatos relevantes foram esclarecidos. Durante o século XX, numerosas declarações da Bíblia, que eram consideradas equivocadas, foram provadas como verdadeiras, com a ajuda de novas informações. Sendo assim, por que alguém deveria crer no que não é possível verificar? Somente uma Bíblia infalível assegura-nos de que o que lemos é verdade.
O quarto argumento é o terreno escorregadio (neste caso, não uma falácia). O argumento afirma que a infalibilidade é tão fundamental que o que admitem a ocorrência de erros na Bíblia logo abrirão mão de outras doutrinas essenciais, como a divindade de Cristo e/ou a expiação substitutiva. A negação da infalibilidade leva a maior erro doutrinário. Isto não acontece em todos os casos, mas é demonstrável como uma tendência.
Cada um desses argumentos foi alvo de críticas. Todavia, uma objeção comum e fundamental a eles afirma que esta doutrina não tem sentido, uma vez que é verdade apenas com respeito a originais que não existem (os manuscritos originais). Mas é mesmo sem sentido? Não, se satisfizermos duas condições: (1) nós possuímos um número suficiente de cópias de alta qualidade dos originais, e (2) existe uma disciplina sofisticada de crítica textual aplicada ao uso destas cópias na determinação do que o original deve ter dito. Estas condições são satisfeitas, no caso da Bíblia.
A questão fundamental é o ensinamento da Bíblia sobre a sua própria infalibilidade. E para os que são céticos, a ciência, a arqueologia e a história confirmaram esta afirmação repetida vezes.
sábado, 10 de fevereiro de 2018
Gosto pela análise.
Quando leio a Bíblia, não faço da mesma maneira pelo qual me aproximo de outras formas de literatura. Isso não significa que eu ponha de lado minha capacidade crítica. Na verdade, meu gosto pela análise fica ainda mais aguçado quando leio a Escritura, porque me vejo motivado por um desejo profundo de compreendê-la.
sábado, 3 de fevereiro de 2018
Argumentos que se autorrefutam.
Algumas ideias tendem a se autodestruírem ao se apresentarem. Sua tarefa é apenas ressaltar essa tendência, e então observar tal ideia se desmoronar lentamente.
Se for verdadeira, é falsa
Sally: “‘Não!’ Esta é minha nova filosofia. Não me interessa o que qualquer pessoa diga, a resposta é ‘Não!’.”
Charlie Brown: “Esta é sua nova filosofia, certo?”
Sally: “Sim! Quer dizer, ‘Não!’…[Desesperando-se] Você destruiu minha nova filosofia.”
“Não existe verdade.” (Essa sentença é verdadeira?)
“Não existem absolutos.” (Você tem certeza absoluta disso?)
“Ninguém pode saber nenhuma verdade sobre religião.” (E de que maneira, exatamente, você veio a saber essa verdade sobre religião?)
“A ciência é o único método seguro de descobrir a verdade.” (Que experimento científico te ensinou essa verdade?)
“Não se pode saber nada com certeza.”
“Falar sobre Deus é algo sem sentido.”
“Só se pode conhecer a verdade através da experiência.”
“Acho que não devemos impor aos outros os valores de outra pessoa.”
Embora estes sejam exemplos óbvios de declarações que derrotam a si mesmas, às vezes as falhas são mais sutis.
O relativismo moral se autodestrói
“Sempre que encontramos um homem a afirmar que não acredita na existência do certo e do errado, vemos logo em seguida este mesmo homem mudar de opinião. Ele pode não cumprir a palavra que lhe deu, mas, se você fizer a mesma coisa, ele lhe dirá “Não é justo!” tão rápido que você não terá tempo de dizer palavra alguma. Um país pode dizer que os tratados de nada valem; porém, no momento seguinte, porá sua causa a perder afirmando que o tratado específico que pretende romper não é um tratado justo. Se […] não existe um certo e um errado […] qual a diferença entre um tratado justo e um injusto?”
É a verdade verdadeira?
“Suicídio” religioso
“Se eles afirmam que todos os pensamentos são assim marcados, então, obviamente, devemos lembrá-los que o freudismo e o marxismo são sistemas de pensamento da mesma forma que o são a teologia cristã ou o idealismo filosófico. O freudiano e o marxiano acham-se no mesmo barco em que todos nós estamos, e não podem nos criticar como se estivessem do lado de fora. Fazendo isso, cortam o galho sobre o qual eles mesmos estão sentados. Se, em contrapartida, eles disserem que o estar marcado não precisa invalidar o pensamento deles, tampouco, portanto, precisa invalidar o nosso. Nesse caso, eles salvam o galho em que estão, mas também salvam o nosso.” (God in the dock, p. 300)








