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sábado, 12 de março de 2022

presença direta?

 

Deus forneceu provas suficientes nesta vida para convencer qualquer um que esteja disposto a acreditar, mas Ele também deixou alguma ambiguidade, de modo a não compelir aquele que não estiver disposto.


Com o objetivo de assegurar que a nossa escolha é totalmente livre, ele (Deus) nos colocou num ambiente repleto de provas de sua existência, mas sem a sua presença direta – uma presença tão poderosa que poderia sobrepujar nossa liberdade e, assim, negar nossa possibilidade de rejeitá-la.


O propósito dessa vida é fazer a escolha livremente, sem coação. “O irresistível e o indiscutível são as duas armas que a própria natureza de Deus o impede de usá-las. Simplesmente sobrepor-se à vontade humana (o que sua presença certamente faria, ainda que em grau mais ínfimo) seria inútil para ele. Ele não pode arrebatar. Pode apenas cortejar”.



sábado, 31 de julho de 2021

Deus e o mal

 Deus poderia ter criado seres-não-livres, isso tornaria o bem maior, a relação de amor com ele e com os outros, impossível. Se o pecado (uma espécie de mal) se define essencialmente como a rejeição do bem que deveria existir (neste caso o amor a Deus), é impossível para Deus ter criado um mundo onde as pessoas fossem livres e o pecado não fosse possível. Finalmente, se a "salvação" se define como Deus oferecendo livremente às pessoas um caminho de volta para a relação de amor com ele depois de terem rejeitado a relação com o pecado, e se o amor requer livre escolha, também é impossível salvar pessoas contra a vontade delas. Deus não pode forçar seu amor a ninguém porque amor forçado não é amor, é uma contradição.


Fundamentos Inabaláveis - Deus e o mal - Norman Geisler