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sábado, 16 de julho de 2022

#opcional ou obrigatório

 

Sabemos que o conhecemos, se obedecemos aos seus mandamentos. Aquele que diz: ”Eu o conheço”, mas não obedece aos seus mandamentos, é mentiroso, e a verdade não está nele. I João 2.3.


Essa declaração se alinha perfeitamente à forma como Jesus começa todo esse discurso: Pelos seus frutos vocês os reconhecerão (Mt 7.20). Os frutos dos quais Jesus fala não são o serviço cristão, pregar a mensagem, nem frequentar igreja, pois aqueles que não poderão entrar no Céu terão essas qualidades. Hoje, a maioria pensaria que alguém que chama Jesus de “Senhor”, crê nos ensinamentos Dele, está emocionalmente envolvida, e participa ativamente da obra cristã é um filho de Deus. Porém, vimos claramente através das palavras de Jesus que esses não são os fatores decisivos para identificar um verdadeiro crente.


Deixe-me explicar da seguinte forma: Você certamente encontrará essas qualidades em um verdadeiro cristão. Na realidade, uma pessoa não pode ser crente sem elas. Entretanto, possuir essas qualidades não significa que alguém é um filho genuíno de Deus. A pergunta decisiva é: A pessoa se arrependeu de sua prática voluntária do pecado e está buscando apaixonadamente obedecer a Deus? Um teste decisivo importante é: Ela considera o “vá e não peques mais” como opcional ou obrigatório (ver Jo 5.14)?


John Bevere – kriptonita



sábado, 9 de julho de 2022

#relacionamento

 

[…] Esses homens e mulheres não tropeçam esporadicamente. Ao contrário, evitam, ignoram, negligenciam ou desobedecem à Palavra de Deus habitualmente. Fazem da vida ímpia uma prática – alguns por acreditarem que partes das escrituras não querem dizer mesmo aquilo, outros por pensarem que alguns versículos não são relevantes para hoje, e a maioria por acreditar que estão cobertos por uma graça que não é bíblica.

Tristemente acredito que uma das razões pela qual essas pessoas continuam em pecado é porque a liderança delas nunca as confrontou nem as guiou ao arrependimento genuíno. Não lhes foi dito que é impossível trazer seus amantes idólatras para um relacionamento de criança com Jesus Cristo. Se fossem verdadeiramente salvas pela graça, iriam não apenas desprezar o pensamento, mas também escolheriam afastar-se do pecado voluntário repetitivo. Crucificariam a carne com suas paixões e desejos, e buscariam um caráter santo e frutos. Essa é a marca de um verdadeiro crente.

É interessante notar que Jesus declarou: “Nunca os conheci”. A palavra “conheci” vem do grego ginosko, que significa “conhecer intimamente”. Nunca tiveram um relacionamento verdadeiro com Ele. Apesar de chamá-lo de “Mestre” e “Senhor”, é apenas um título, pois não o obedeciam. A evidência de que alguém verdadeiramente possui um relacionamento com Deus é que guardam Sua Palavra.

Sabemos que o conhecemos, se obedecemos aos seus mandamentos. Aquele que diz: ”Eu o conheço”, mas não obedece aos seus mandamentos, é mentiroso, e a verdade não está nele. I João 2.3.


John Bevere – kriptonita



sábado, 25 de junho de 2022

#Jesus falsificado II

 

Não há como colocar fé no nosso Senhor Jesus Cristo a menos que haja arrependimento da desobediência voluntária a Deus.

Então não podemos nos tornar cristãos se estivermos deliberadamente presos a pornografia.

Não podemos nos tornar crentes se nos recusarmos a parar de ter relações sexuais com nosso namorado ou namorada.

Não podemos nos tornar cristãos se nos recusarmos a deixar o homossexualismo.

Não podemos nos tornar crentes se nos recusarmos a abster-nos de fraudar o imposto de renda.

Não podemos nos tornar seguidores de Jesus se nos apegarmos à perversão de gênero.

Não podemos nos tornar cristãos se nos recusarmos a abandonar a falta de perdão. E essa lista está longe de ser exaustiva.

Ao insistirmos em nos apegar a partes limitadas do que o Novo Testamento ordena, criamos um “Jesus falsificado”. Há engano em nosso coração e a nossa fé é apenas uma imaginação. Somos avisados: Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-se a si mesmos (Tg 1.22)

Como as pessoas saberão dessa verdade se nós não a proclamarmos?

Não importa a audiência, há apenas um verdadeiro Evangelho que tem que ser apresentado da seguinte forma: primeiro, arrependimento de todo pecado voluntário e depois voltar-se a Deus. Não há fé verdadeira a menos que haja arrependimento.


John Bevere – kriptonita


sábado, 18 de junho de 2022

# Jesus falsificado

Temos proclamado que somos salvos pela graça através da fé, e não podemos conquistar essa graça porque é o favor de Deus. Temos enfatizado amar uns aos outros, curtir a vida, servir uns aos outros, cantar novas músicas de louvor e adoração, ser relevante, executar boa liderança, e criar uma comunidade saudável. Proclamamos tudo isso com paixão fervorosa. Tudo isso são boas práticas e são apoiadas pelo Novo Testamento.

Porém, será que estamos negligenciando a importância da submissão, santidade, pureza sexual, e abstinência de outros pecados, como a pornografia?

Será que temos avisado àqueles que amamos para que fujam do homossexualismo, da fornicação, da bebedeira, das piadas ofensivas, das más conversações, da falta de perdão, da amargura, da fofoca, e dos outros vários mandamentos, instruções e avisos encontrados no Novo Testamento?

Será que conseguimos focar nos aspectos das palavras de Jesus que não combinam com os padrões estabelecidos e as perversidades da nossa sociedade?

Será que podemos criar um Jesus que não confronta os caminhos ímpios da nossa cultura?

Será que podemos evitar abordar o que Ele odeia e apenas proclamar as palavras de Jesus que a sociedade julga admiráveis?

Podemos alargar o caminho e o portão que levam à vida?

Podemos acreditar que, se uma pessoa simplesmente recita algumas palavras mágicas, está automaticamente salva?

Será que criamos um Jesus falsificado, diferente Daquele revelado por todo o conselho das Escrituras, e estamos ignorando de propósito as questões desafiadoras do Novo Testamento? Paulo faz uma declaração que nenhum de nós deve ignorar:


Portanto, eu lhes declaro hoje que estou inocente do sangue de todos. Pois não deixei de proclamar-lhes toda a vontade de Deus. (Atos 20.26-27)


Paulo não pregava somente as palavras agradáveis do Evangelho, mas fazia questão de declarar tudo que Deus quer que saibamos. […] As palavras de Paulo na versão Almeida e Revisada e Corrigida dizem: “Nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus”. E a Nova Tradução da Linguagem de Hoje diz: “Não deixei de lhes anunciar todo o plano de Deus”.

Se evitarmos compartilhar os ensinamentos desconfortáveis do Novo Testamento, não podemos dizer como Paulo disse: Se algum de vocês se perder eu não sou o responsável (NTLH). Na realidade, o contrário poderá até ser verdade se retivermos porções-chaves do Novo Testamento. Estava em nosso poder compartilhar a verdade completa, mas nós a evitamos.



John Bevere - kriptonita


sábado, 26 de junho de 2021

Mesmo que você não consiga realizar...

 [...] muitas vezes, na nossa caminhada cristã, somos empurrados pela vida a situações reais totalmente diversas daquelas que consideramos ideais. Nesse momento, é fundamental preservar os valores e perceber que não há nenhuma hipocrisia em ter consciência de que algo é bom, mesmo que se falhe frequentemente em realizá-lo.

A castidade é louvável, mesmo que você não consiga manter. O casamento é valioso, mesmo que você não consiga sustentá-lo. Mentir é mau, mesmo que você tenha sido conduzido pela realidade a contar mentiras. Se, a cada vez que falharmos, nós modificarmos nossos valores para diminuir a distância entre a nossa vida iníqua e o ideal, não sobrará nenhum valor em nenhum de nós.


CAMPAGNOLO, Ana Caroline. Feminismo: perversão e subversão / Ana Campagnolo - Campinas, SP: VIDE Editorial, 2019.



sexta-feira, 30 de outubro de 2020

#sou

 São gravíssimos os meu defeitos e gostaria de compartilhar com vocês!



1- Eu nasci branco, o que me faz racista;

2- em uma família trabalhadora, então eu sou burguês;

3- não voto para esquerda, o que me torna fascista;

4- sou heterossexual, o que me torna um homofóbico;

5- valorizo ​​minha identidade e minha cultura, o que me torna um xenófobo;

6- acredito que o macho e a fêmea da espécie Homo sapiens foram, na maioria das vezes, grandes parceiros e mutuamente responsáveis pelo sucesso da espécie, o que me torna misógino;

7- eu gostaria de viver em segurança e ver criminosos na prisão, o que me torna um torturador;

8- quero que respeitem minha maneira de pensar e minhas crenças e não me façam pensar que o anormal é normalmente relativo, o que me transforma em um repressor;

9- penso que os subsídios acabam com o esforço de trabalhar e minam a dignidade das pessoas, por isso sou insensível;

10- acredito que cada um deve ser recompensado de acordo com sua produtividade, mérito e capacidade, o que me torna um egoísta antissocial;

11- eu fui educado em valores e princípios, o que me torna um oponente do bem-estar social;

12- acredito em Deus, logo, sou um fundamentalista religioso.


Esta é uma pequena e breve revisão da minha má reputação.
Agradeço a todos os meus amigos e conhecidos que ainda se atrevem a se relacionar comigo, apesar de todas as minhas falhas.

O texto não é meu mas me identifiquei.