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sábado, 4 de março de 2017

Eu Creio!!


"Considerando que, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por meio da sabedoria humana, foi do agrado de Deus salvar os que creem por intermédio da loucura da proclamação da sua mensagem." 
(1 Cor 1.21 BKJA)






Sim, sou um desses loucos que crê e prega a mensagem da cruz...

Sim, eu creio em Deus e, consequentemente, creio na sua palavra, a bíblia, texto dentro do contexto...

Sim, creio no Deus triuno...

Sim, eu creio que Jesus Cristo é filho de Deus...

Sim, eu creio que Jesus veio a terra,viveu entre nós, não pecou, morreu em uma cruz para nos salvar, ressuscitou ao terceiro dia e ascendeu aos céus...

Sim, eu creio que Jesus é o único intermediário entre nós e Deus...

Sim, eu creio que só será salvo aquele que aceitar a Jesus Cristo como seu único e suficiente salvador...

Sim, Eu Creio!!
 

jairtomaz@olheparaacruz.com.br



sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Render-se - III parte


Render-se
Watchman Nee

"Render-se significa abrir mão, significa vencer."
Leiamos dois versículos. Em Lucas 18:27 édito: "As coisas impossíveis aos homens são possíveis a Deus". Em 2 Coríntios 12:9 é dito: "Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo ".



RENDER-SE SIGNIFICA ABRIR MÃO

Irmãos e irmãs, que acontece quando vemos que o Senhor morreu na cruz por nós? Que acontece quando cremos? Imediatamente desistimos de tentar fazer o bem. Somos salvos no momento em que cremos. Do mesmo modo, quando vemos que o Senhor nos levou à cruz e nos crucificou ali, paramos de lutar e não tentamos melhorar-nos. Uma vez que cremos que o Senhor está em nós e vence em nosso lugar, cessamos nossas obras e permitimos que Deus nos resgate. Então diremos: "Senhor, nunca melhorarei nem tenho a intenção de tentar. Não farei nada de hoje em diante. Não tomarei o controle da situação nem me preocuparei com nada. Abrirei mão de tudo a partir de hoje e os problemas já não serão meus". Irmãos e irmãs, isso é o que significa render-se; é o que significa abrir mão.

Alguns têm dito que abrir mão é muito difícil. Quando a tentação chega, preparam-se para uma luta, e quando o mau gênio se levanta têm de lutar com ele. Quando se propõem a fazer algo e fracassam, concluem que só resta uma coisa: tomar uma decisão mais firme da próxima vez. Entretanto, outra resolução trará outra derrota, e nova promessa apenas significa outra promessa quebrada. Quanto mais resoluções tomarmos, mais fracassaremos. Se a primeira resolução não foi suficientemente firme, mesmo que a segunda seja, tampouco trará resultados. Romanos 7 descreve isso bem detalhadamente: "Pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo" (v. 18). Nenhuma promessa que façamos servirá para nada, porque não abrimos mão das coisas. Ainda continuamos administrando nossos próprios assuntos; não conseguimos dizer que fomos crucificados com Cristo nem que já não somos nós que vivemos. Abrir mão significa morrer, renunciar; significa abandonar todo esforço em tomar o controle e esquecer o assunto. Quando não formos mais capazes, Deus, então, operará. Portanto, a primeira condição é "abrir mão".

Havia em Tientsin um irmão com sobrenome Lee, que certa vez me perguntou como conseguiria renunciar e largar mão das coisas. Disse-me que não conseguia renunciar nem largar; assim, que deveria fazer? Perguntei-lhe o que fazia em sua empresa, e ele me respondeu que era gerente do departamento têxtil. Perguntei-lhe o que faria se o gerente geral lhe dissesse que no mês seguinte não mais precisasse dele na empresa, e naquele momento estaria despedido. Ele respondeu que a única coisa que poderia fazer seria renunciar. Então lhe perguntei: "Suponha que no mês seguinte chegue o novo gerente e você entregue tudo a ele. Que faria se um cliente se aproximasse e lhe perguntasse que tipo de tecido novo você tem, qual é o preço, quanto você acha que o preço subirá em dois dias, etc". O irmão respondeu: "Se isso acontecesse alguns dias antes da chegada do novo gerente, faria os cálculos pertinentes para determinar o que a companhia teria em estoque e quanto precisaríamos estocar. Mas, se já tivesse entregado tudo ao novo gerente, não teria de fazer nada. Tudo o que teria de fazer seria ver os outros trabalhar". Isso é o que significa largar mão e render-se. É o que significa estar crucificado com Cristo. Precisamos dizer ao Senhor: "Não renuncio porque eu seja capaz; renuncio porque não posso tolerar mais isso. Não sou capaz de nada; não consigo administrar as coisas. É por isso que tenho de renunciar. Meu mau gênio persiste; meu orgulho ainda está presente; minha obstinação e minha inveja ainda estão comigo. Não posso fazer nada a esse respeito. A única coisa que me resta é render-me e renunciar. Só posso dizer que daqui em diante tudo está em Tuas mãos". Sendo assim, quando os "clientes" aparecerem, não precisamos ficar alarmados. Há muitos "clientes" que sempre vêm fazer negócios conosco. A única coisa a fazer é deixar tudo nas mãos do Senhor. Não nos devemos preocupar nem tentar fazer nada. Isso é o que significa vencer; isso é o que significa render-se.



Fonte: Capítulo 6 do livro: A Vida que Vence
Editora: Árvore da Vida






quarta-feira, 18 de maio de 2011

Reflexões de um blogueiro – obediência


  
Ano passado, durante uma conversa com um colega, na qual debatíamos vários assuntos ligados à vontade de Deus, acabamos por enveredar no tópico “obediência”. Neste tópico meu colega posicionou-se de maneira no mínimo curiosa, dizendo que só “temos que fazer aquilo que realmente estivermos com vontade de fazer, caso contrário Deus não aceitaria”. Então argumentei que a obediência aos princípios pouco tem a ver com nossa vontade, mas muito a ver com o fazer o que é necessário, até pelo princípio da palavra obedecer (significado: verbo transitivo - Submeter-se à vontade de outrem, na execução de um ato; Deixar-se conduzir). Então ele retrucou, com certa amargura, dizendo: “desde criança fui obrigado por meus pais a fazer o que a igreja dizia que era certo, hoje só faço o que meu coração manda”. Um exemplo claro de como um ensinamento errado em nossa infância pode afetar toda nossa vida; um ensino voltado para a religiosidade, quando deveria ser direcionado para a intimidade com Deus.

“Educa a criança no caminho que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.” – Provérbios 22.6

Por outro lado o egoísmo, o medo de sair da zona de conforto, a comodidade do caminho fácil nos levam a “crer” somente naquilo que interessa, nas distorções da palavra que de alguma maneira possam nos proporcionar bem estar, uma consciência tranquila (mesmo que superficialmente), uma fuga dos princípios aos quais nós “não queremos” crer. Sair da “zona de conforto” é sempre dolorido, porém necessário, pois ninguém cresce sem passar por dores emocionais, sem enfrentar seus medos e traumas, entregando sua vida nas mãos curadoras do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

“Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas.” Provérbios 3.5,6

É muito cômodo nos escondermos em parciais do evangelho, que supram necessidades emocionais, em alguns casos até morais... sim, é mais fácil nos adequarmos ao mundo do que mudarmos. Mas isto não passa de mera ilusão... e, com certeza, não o conduzirá a Deus!

“Se você crê somente no que gosta do evangelho e rejeita o que não gosta, não é no evangelho que você crê, mas sim em si mesmo”. Agostinho


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     jairtomaz@olheparaacruz.blogspot.com