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sábado, 4 de julho de 2020
sábado, 29 de junho de 2019
Libertos por Jesus - Ex homossexuais.
Ex-homossexuais sairão às ruas para dar um 'testemunho coletivo' de libertação em Jesus
A 'Marcha da Liberdade' irá reunir ex-homossexuais de todas as partes dos Estados Unidos para testemunharem que foram transformados por Jesus.
Homens e mulheres que deixaram a homossexualidade - incluindo um sobrevivente do tiroteio na boate Pulse, de Orlando - estarão reunidos em Washington, capital do EUA, para participar de um evento no próximo final de semana para proclamar como Jesus Cristo os libertou.
Os participantes de todo o país se reunirão no National Sylvan Theatre, do meio-dia às 15h, no dia 5 de maio para a realização da “Marcha da Liberdade”.
Daren Mehl, presidente do grupo ‘Voice of the Voiceless’, diz que vê o evento como "uma oportunidade para aqueles de que têm uma nova vida com Jesus, se unirem em companheirismo para louvá-Lo pelo amor e graça disponíveis a todos que procuram [e] para testemunhar publicamente a graça da mudança de vida disponível para deixar a identidade LGBT por algo maior”.
Mehl, de 40 anos, é um nativo de Minnesota que se identificou como homossexual por aproximadamente 10 anos. Hoje ele é casado com uma mulher e tem dois filhos. Ele também estará na marcha do próximo sábado.
"Jesus nos instrui a amarmos os outros como amamos a nós mesmos", disse ele quando perguntado sobre o que espera que este evento comunique à comunidade LBGT, muitos dos quais foram feridos pela religião.
"Quando alguém vomita o ódio contra outra pessoa, ela claramente não está operando de acordo com o Espírito Santo", disse Mehl. "É extremamente triste quando isso acontece e eu espero que [os cristãos] que fizeram isso se arrependam e se reconciliem com aqueles que eles machucaram".
Ele disse ao CP que quando encontrou o Evangelho, todo o seu sistema de valores, propósito de vida e crenças sobre quem ele é, mudaram, incluindo sua identidade sexual.
"Jesus me pediu para entregar minha identidade aos Seus pés e entregá-la para uma nova Nele. Eu decidi que o rótulo gay e o estilo de vida não se alinhavam à minha identidade desejada como cristão. Tentando alinhar minhas escolhas de comportamento com minhas A identidade cristã levou anos de luta, e às vezes foi muito dolorosa ", disse ele.
Ele acredita que esta Marcha da Liberdade é necessária para mostrar as muitas vidas que anteriormente eram LGBT, mas que foram transformadas por Jesus e encoraja aqueles que estão lutando com sua sexualidade e estão buscando respostas, muitos dos quais muitas vezes sentem que estão sozinhos.
"Eles não estão sozinhos", enfatizou.
Luis Javier Ruiz, um sobrevivente do massacre de junho de 2016 na boate Pulse em Orlando, Flórida, onde 49 pessoas foram assassinadas por Omar Mateen, no que na época foi o pior tiroteio em massa da história moderna americana, participará da manifestação, no dia 5 de maio.
"Eu deveria ter sido o número 50", escreveu Ruiz em seu perfil do Facebook na sexta-feira.
"Passando por fotos antigas daquela noite na Pulse, uma memória das minhas lutas contra a perversão, bebidas para abafar tudo e ter sexo promíscuo, o que me levou ao HIV. O inimigo me tinha em suas garras e agora, Deus me levou a partir daquele momento e me entregou a Cristo Jesus. Eu cresci para saber que Jesus é o amor em um nível mais profundo".
Ruiz perdeu vários amigos naquela noite.
"Eu deveria ter sido o número 50", ele reiterou, "mas agora eu tenho a chance de viver em relacionamentos e não na religião, não apenas amar a Cristo, mas estar apaixonado por Cristo e compartilhar que Ele é amor. Eu sei quem Eu sou e não sou definido por quem o inimigo diz que eu costumava ser, mas com quem Jesus Cristo diz que eu sou".
Vários preletores e líderes de louvor da ‘Marcha da Liberdade’ são apresentados no filme "Aqui está meu coração: um documentário sobre a entrega à liberdade", que narra as histórias de homens e mulheres que deixaram a homossexualidade e o transgenerismo para uma nova vida em Jesus.
Elizabeth Johnston, que também é conhecida como 'The Activist Mommy' e que tem mais de meio milhão de seguidores no Facebook, será uma das preletoras do evento. Ela disse em um e-mail ao Christian Post na sexta-feira que muitos ativistas LGBT tentaram diminuir as vozes daqueles que deixaram a homossexualidade, porque suas vozes apresentam as mais poderosas refutações ao argumento "os gays nascem assim e não podem mudar".
Johnston acrescentou que a recente proposta legislativa no estado da Califórnia, AB 2943, aprovada pela Assembléia estadual na semana passada e que pretende descrever "esforços de mudança de orientação sexual" como uma "prática comercial ilegal", comprova que os ativistas LGBT querem silenciar qualquer um que não seja totalmente favorável à sua agenda.
"O que eles parecem não perceber é que nenhuma lei jamais silenciará a verdade que atormenta suas consciências todos os dias", disse Johnston.
Ela enfatizou que a Marcha da Liberdade contará com a presença de todos os tipos de pessoas ao redor do mundo que viveram vidas e conheceram a destruição do pecado sexual e a confusão de gênero.
"Eles sabem o que é querer ajuda e liberdade do vazio e dos vícios do estilo de vida confuso em termos de gênero, mas não sabem para onde ir", disse ela, acrescentando que espera que relacionamentos amorosos e significativos sejam construídos. "Mal podemos esperar para ver os frutos dessa manifestação. Quando uma pessoa entrega verdadeiramente sua vida a Jesus Cristo, todas as coisas são renovadas".
https://guiame.com.br/gospel/mundo-cristao/ex-homossexuais-sairao-ruas-para-dar-um-testemunho-coletivo-de-libertacao-em-jesus.html
sábado, 22 de abril de 2017
Vão a todos os povos do mundo e façam com que sejam meus seguidores
[...], você já notou como grande parte do Antigo Testamento é dedicada a narrativas de vários filhos e filhas de Abraão que foram uma bênção para os povos não judeus?
Se não chegou a notar esse significado especial de suas histórias favoritas no Antigo Testamento, quero incluir como exemplo as seguintes informações:
- O próprio Abraão deu testemunho aos cananeus, filisteus, heteus e, apesar de negativamente, aos egípcios.
- José foi um filho de Abraão que compensou a falta de um testemunho claro por parte de seu ancestral à nação egípcia! José abençoou os egípcios de maneira verdadeiramente admirável.
- Os espias que entraram em Jericó antes da sua destruição tornaram-se uma benção para Raabe, uma prostituta cananeia e sua família.
- Noemi, filha de Abraão, foi uma benção para duas mulheres moabitas, Rute e Orfa.
- Moisés tornou-se uma benção para Jetro, seu sogro midianita (Ex 18.1-12).
- O rei Davi fez até mesmo os seus inimigos, os filisteus, reconhecerem a grandeza de Deus.
- O profeta Elias foi uma bênção para a viúva de Sarepta, em Sidom (Lc 4.26).
- O profeta Eliseu, também foi uma bênção para Naamã, um sírio.
- Jonas, embora com relutância, tornou-se uma bênção para a população gentia de Nínive.
- O rei Salomão foi uma benção para a "Rainha do Sul", procedente de Sabá (Lc 11.31).
- Daniel e seus três companheiros, Sadraque, Mesaque e Abedenego, foram uma bênção para os babilônicos.
- Ester e seu tio Mordecai foram uma benção para todo o Império persa (v. Et 8.17).
- Ezequiel, Jeremias, Esdras, Neemias e outros profetas levaram a Palavra do Senhor a várias nações gentias.
[...]
E não apenas isso, mas existem também mais de 300 passagens afirmativas no Antigo Testamento que ampliam a promessa divina selada com juramento, no sentido de abençoar todas as nações da terra (v., por exemplo, o Salmo 67 e Isaías 49.6).
O Fator Melquisedeque - Don Richarson - Ed. Vida Nova
sábado, 24 de dezembro de 2016
Seja cuidadoso!
Se somos salvos por boas obras, não precisamos de Deus - lembretes semanais do que fazer e do que não fazer vão nos levar ao céu. Se somos salvos pelo sofrimento, certamente não precisamos de Deus. Tudo o que precisamos é de um chicote e uma corrente, e o evangelho da culpa. Se somos salvos pela doutrina, pelo amor de Deus, vamos estudar! Não precisamos de Deus. Precisamos de um dicionário. Pese as questões. Explore as opções. Decifre a verdade.
Mas seja cuidadoso, aluno. Pois se a salvação depende da doutrina correta, então um erro pode ser fatal. Isso serve para aqueles que acreditam que podem se justificar perante Deus por meio das obras. Espero que a tentação nunca seja maior que a força. Se for, uma queda pode ser um mau presságio. E aqueles que acham que somos salvos pelo sofrimento, tomem cuidado também, pois nunca se sabe quanto sofrimento é exigido.
De fato, se estiver salvando a si mesmo, você nunca tem certeza de nada. Você nunca sabe se foi ferido o suficiente, se chorou o suficiente ou se aprendeu o suficiente. Este é o resultado da religião computadorizada: medo, insegurança, instabilidade. E, mais ironicamente, arrogância.
É isso mesmo - arrogância. O inseguro é aquele que mais se gloria. Aqueles que estão tentando salvar a si mesmo se autopromovem. Aqueles que são salvos pelas obras exibem obras. Os que se salvam pelo sofrimento revelam cicatrizes. Aqueles que são salvos pelas emoções demonstram seus sentimentos. E aqueles que são salvos pela doutrina - você entendeu. Eles penduram a doutrina no pescoço.
Você ousa se colocar diante de Deus e pedir que ele o salve por conta do sofrimento, de seu sacrifício, de suas lágrimas ou de seu estudo?
Eu também não.
Paulo também não. Foram necessárias décadas para ele descobrir o que escreveu em apenas uma frase.
"O homem é justificado pela fé" (Rm 3.28)
Não é por boas obras, sofrimento ou estudo. Tudo isso pode ser resultado da salvação, mas não são a causa dela.
Como você pode escapar do julgamento de Deus? Só existe uma maneira. Pela fé no sacrifício de Deus. Não é o que você faz; é o que Ele fez.
Max Lucado
sábado, 25 de junho de 2016
A Bíblia ensina que Todos serão Salvos?
A Bíblia ensina de forma clara que somente os que confessam Jesus Cristo como Senhor - pessoalmente, conscientemente e explicitamente - possuem a vida eterna. Todos os outros enfrentarão a santa e justa ira de Deus no inferno, por toda a eternidade.
Por todo o Novo Testamento, os autores bíblicos descrevem, uniformemente, um juízo vindouro, fixo e final. Apocalipse 20.11-15 descreve esta cena em que todos os seres humanos, vivos ou mortos, comparecerão diante de Deus, para serem "julgados... segundo as suas obras". João escreveu: "aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo". O "livro da vida" relaciona todos os que creram e obedeceram a Jesus Cristo. O próprio Jesus disse: "A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida [...] Mas, quanto [...] aos incrédulos [...] a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, o que é a segunda morte" (Ap 21.6-8). Esta passagem revela verdades essenciais a respeito de quem será salvo. A redenção vem pela graça, por intermédio da fé em Cristo, independente do mérito individual. Os que não creram são considerados "incrédulos" e receberão uma justa e incessante punição no inferno.
Durante seu ministério na terra, Jesus falou com mais frequência sobre o juízo final do que sobre o céu (cf, por exemplo, Mt 25.41; Lc 16.23-31). Ele também advertiu a todos que o rejeitavam: "Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste mundo" (Mt 13.40). Por todo o Novo Testamento, os apóstolos consistentemente repetiram o tema do seu Senhor (cf. 2Ts 1.5-9; Hb 9.27; 2Pe 3.7).
Apesar de repetida ênfase nas Escrituras em contrário, os universalistas levantam comumente, três objeções à exclusividade do Evangelho:
Todas as religiões são igualmente verdadeiras; por isto, todos serão salvos.
Esta afirmação é facilmente refutada. Por exemplo, um hindu poderia dizer que todas as religiões levam a Deus, ao passo que um cristão afirma que Jesus é o único caminho para o Pai. Para permanecer fiel à sua convicção, o hindu deve dizer que a declaração exclusivista cristã é errada. Mas se ele disse isto, terá violado a sua declaração de que todas as religiões são igualmente válidas. As duas crenças não podem estar corretas. por conseguinte, não se pode concluir, com base nisto, que todas as pessoas serão salvas.
Deus dará a todos os seres humanos uma oportunidade de aceitar o Evangelho, após a morte.
Apesar de uma falta de evidência bíblica em seu favor, esta perspectiva ensina que Deus oferecerá uma oportunidade final para que as pessoas arrependam-se depois da morte, e antes do juízo. Entretanto, ao contrário disso, as Escrituras indicam claramente que, depois que uma pessoa morre, é tarde demais para que ela se arrependa e se converta a Deus (Mt 25.35-46; Lc 16.19-31). "Aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo" (Hb 9.27).
E o que dizer sobre o "homem da ilha", que nunca ouviu o Evangelho? Não seria justo que Deus enviasse ao inferno este tipo de pessoa por não crer em Jesus.
Este argumento, que se origina da emoção, é frequentemente ouvido e é particularmente perigoso. Se fosse verdade que Deus é obrigado a salvar todos os que não ouviram o Evangelho, então seria melhor que convocássemos de volta todos os missionários, e deixássemos de proclamar o evangelho. Naturalmente, a Bíblia não aceita uma abordagem que tanto desonra a Deus. O "homem da ilha", como todas as pessoas, tem desesperada necessidade das boas novas sobre o perdão dos pecados, que vem por intermédio de Jesus Cristo.
Todas as religiões são igualmente verdadeiras; por isto, todos serão salvos.
Esta afirmação é facilmente refutada. Por exemplo, um hindu poderia dizer que todas as religiões levam a Deus, ao passo que um cristão afirma que Jesus é o único caminho para o Pai. Para permanecer fiel à sua convicção, o hindu deve dizer que a declaração exclusivista cristã é errada. Mas se ele disse isto, terá violado a sua declaração de que todas as religiões são igualmente válidas. As duas crenças não podem estar corretas. por conseguinte, não se pode concluir, com base nisto, que todas as pessoas serão salvas.
Deus dará a todos os seres humanos uma oportunidade de aceitar o Evangelho, após a morte.
Apesar de uma falta de evidência bíblica em seu favor, esta perspectiva ensina que Deus oferecerá uma oportunidade final para que as pessoas arrependam-se depois da morte, e antes do juízo. Entretanto, ao contrário disso, as Escrituras indicam claramente que, depois que uma pessoa morre, é tarde demais para que ela se arrependa e se converta a Deus (Mt 25.35-46; Lc 16.19-31). "Aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo" (Hb 9.27).
E o que dizer sobre o "homem da ilha", que nunca ouviu o Evangelho? Não seria justo que Deus enviasse ao inferno este tipo de pessoa por não crer em Jesus.
Este argumento, que se origina da emoção, é frequentemente ouvido e é particularmente perigoso. Se fosse verdade que Deus é obrigado a salvar todos os que não ouviram o Evangelho, então seria melhor que convocássemos de volta todos os missionários, e deixássemos de proclamar o evangelho. Naturalmente, a Bíblia não aceita uma abordagem que tanto desonra a Deus. O "homem da ilha", como todas as pessoas, tem desesperada necessidade das boas novas sobre o perdão dos pecados, que vem por intermédio de Jesus Cristo.
Gregory Alan Thornbury
terça-feira, 24 de junho de 2014
Não basta ser legal!
A “BONDADE NATURAL” – ter uma
personalidade sadia e íntegra – é excelente. Devemos procurar, por todos os
meios ao nosso alcance, sejam médicos, econômicos e políticos, “produzir” um
mundo em que o maior número de pessoas cresçam sendo “amáveis” ou “boas”, da
mesma forma que devemos tentar contribuir para um mundo em que todos tenham o
suficiente para comer. Mas não devemos supor que mesmo se tivermos sucesso em
tornar todas as pessoas em seres humanos amáveis, suas almas estariam salvas.
Um mundo de gente boa, contente consigo mesmo e que não olhe para mais nada
(esquecidos de Deus), seria tão desesperadamente necessitado de salvação,
quanto um mundo miserável – e talvez fosse até mais difícil de ser salvo.
O simples aperfeiçoamento não
significa redenção, embora redenção sempre melhore as pessoas, até mesmo aqui e
agora, e aperfeiçoará, no final das contas, num grau que não se pode imaginar.
Deus se fez homem para transformar suas criaturas em seus filhos: não,
simplesmente, para melhorar o velho homem, mas para produzir um novo tipo de
homem. Não se trata de ensinar um cavalo a pular cada vez melhor, mas de
transformar um cavalo em um ser alado. É claro que, uma vez adquiridas as asas,
ele levantaria vôo por sobre os obstáculos que antes nunca teriam sido vencidos
e, com isso, acabará derrotando o cavalo comum no seu próprio jogo. Mas poderá
haver um período, enquanto as asas ainda estiverem começando a crescer, em que
ele não poderá fazê-lo. E nesse estágio as protuberâncias nos ombros – ninguém
que as veja diz que irão se transformar em asas – talvez até mesmo lhe dêem uma
aparência desajeitada.
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