sábado, 19 de outubro de 2024

#confiar

 

Pai, ouço-Te pedindo-me para confiar, mesmo quando não posso ver ou entender Teu propósito ou momento. Nos Teus caminhos vejo descortinar o Teu padrão!


Que diremos, pois, à vista destas coisas?  (...) Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas? (...) quão inescrutáveis, os seus caminhos!

Rm 8.31-32

A janela mais ampla - DeVern Fromke


quarta-feira, 25 de setembro de 2024

quinta-feira, 11 de julho de 2024

#não ao assassinato de crianças


 

O cristão verdadeiro é contra o aborto, e a razão é que a Bíblia é contra. O cristão se baseia na palavra e não entra em modismos contrários a ela, nem se deixa levar por retóricas de bela aparência.


sábado, 6 de julho de 2024

#depressão

 

Por que você está assim tão triste, ó minha alma? […] Ponha a sua esperança em Deus!  (Salmos 42.5)

A depressão parece ser uma condição bastante comum entre os cristãos. Não me refiro à depressão clínica, que pode necessitar de psicoterapia espe­cializada, mas à depressão espiritual, com a qual deveríamos ser capazes de lidar por nós mesmos.

O autor dos salmos 42 e 43 (que evidentemente formam um único salmo) é claro acerca de sua depressão. Para começar, ele está com sede de Deus (tão sedento quanto a corça pelas águas), porque está separado dele, passando por algum tipo de exílio forçado. Ele lembra das grandes celebrações do passado, quando “entrava para apresentar-se a Deus” (42.2), e anseia por retornar “ao altar de Deus”, fonte de sua plena alegria (43.4).

Sua depressão se deve, no entanto, não somente à ausência de Deus, mas também à presença de inimigos. Eles o provocam perguntando: “Onde está o seu Deus?” (42.3, 10). Eles fizeram essa pergunta em parte porque eram idólatras – seus deuses podiam ser vistos e tocados, enquanto o “Deus vivo” (42.2) é invisível e intangível – e em parte porque Deus aparentemente não era capaz de defender seu povo.

Cada estrofe termina com o mesmo refrão (42.5,11; 43.5), no qual o sal­mista fala consigo mesmo. As pessoas costumam dizer que falar sozinho é o primeiro sinal de loucura. Ao contrário, trata-se de um sinal de maturidade – embora dependa daquilo que estamos dizendo a nós mesmos! No texto o salmista se recusa a resignar-se à sua condição ou ao seu estado de espírito. Ele toma as rédeas de sua vida. Primeiramente, ele se questiona: “Por que você está assim tão triste, ó minha alma?” Sua pergunta inclui uma repreensão implícita. Em seguida, ele exorta a si mesmo: “Ponha a sua esperança em Deus!”. Somente Deus é digno de nossa confiança. Por fim, ele diz a si mesmo: “Pois ainda o louvarei; ele é o meu Salvador e o meu Deus”. O uso duplo do pronome possessivo, “meu Salvador e meu Deus”, é muito significativo. O salmista está reafirmando sua relação de aliança com Deus que nenhuma alteração de humor pode destruir.

Para saber mais: Salmos 42.1-11

sábado, 29 de junho de 2024

#calmamente

 

Salmos 92.12-15; 106.15

Se sua tarefa atual o estiver cansando, resolva começar outra. Quero dizer, além daquela que você já faz. Sei que você não quer desistir, mas insisto nisso. “Não estamos cansados daquilo que fazemos”, diz Marie Beynon Ray, “mas daquilo que não fazemos, de todas as coisas interessantes e emocionantes negligenciadas no mundo que estamos perdendo. Relaxar, não descansar, é do que precisamos. E relaxamento significa atividade construtiva. A cura da fadiga está no aumento de atividades, seja na forma de trabalho ou de diversão”.*

O poeta Edgar Guest aposentou-se aos cinquenta anos. Não demorou muito, ele ficou de cama, buscando médicos, enfermeiras e remédios. Nem um único médico conseguiu encontrar algo de errado com ele, e isso o deixou revoltado, pois se sentia muito doente. Finalmente, a esposa lhe disse o que estava errado. Ele estava morrendo – morrendo de tédio –, e seria melhor sair da cama por conta própria antes que eles tivessem de chamar o agente funerário. Guest pareceu deslumbrado com a notícia, levantou-se no mesmo instante e pôs-se a trabalhar. Até agora ele tem trabalhado e na melhor forma física possível.

E não tente a “cura do repouso”. Os lugares onde as pessoas não fazem nada além de descansar e se encher de comida estão fechando. Por quê? Porque nove em cada dez pessoas que vão a esses lugares não precisam descansar; elas precisam se libertar de si mesmas. “Nunca vi um único caso crônico de distúrbio nervoso curado por tais meios”, diz o notável psiquiatra Abraham Brill.** Precisamos de libertação, não de descanso. Essas pessoas precisam ser libertas da atenção que dão a si mesmas.

Um homem se aposentou aos 55 anos. Pensou que viveria de sua aposentadoria. Em vez disso, vivia com dores, incômodos e queixas. Toda a sua ocupação mental se concentrava em justificar sua inatividade – ele não estava doente? Como poderia trabalhar? Então ele começou a trabalhar um pouquinho a cada dia. Agora ele trabalha em tempo integral. “Ele é um homem diferente”, dizem todos. E é mesmo. O trabalho fez isso. A responsabilidade deu-lhe descanso, porque o pôs em harmonia consigo mesmo. A doutora C. F. J. Richards disse: “Tenho 68 anos. Ainda trabalho nove ou dez horas por dia, e nunca na minha vida me senti cansada. Eu costumava oferecer a cura do repouso, e vi que todas essas pessoas tinham algo em comum: a falta de autocontrole. Era a mente delas, não o corpo, que estava doente”.** Ela colocou as pessoas para trabalhar – e as curou!

Ó Cristo, que disseste: “Meu Pai continua trabalhando até hoje, e eu também estou trabalhando” (Jo 5.17), dá-me tua paixão pela atividade criativa. Não quero estar inquietamente ocupado, mas ser calmamente criativo. Pois fui criado pelo trabalho e para o trabalho. Mas, contigo, o trabalho será divertido e toda a vida, como férias. Eu te agradeço. Amém.

Afirmação do dia: “Se por estarmos em Cristo nós temos alguma motivação […]” (Fp 2.1).

sábado, 25 de maio de 2024

#definição

 

“E vocês? Quem acham que eu sou?” Simão Pedro declarou: “Tu és o Cristo, o Messias, o Filho do Deus vivo!”. (Mt 16.15-16)

Definir significa expor com precisão qual é o ponto de vista, o credo, a posição. Muitos não se definem para agradar este e aquele, para não se comprometer. O povo gosta de exigir uma definição. D. Pedro II, com 30 anos, 15 depois da maioridade, em 1855, definiu-se sobre a colonização do Brasil: “Meu governo empenha-se com particular interesse na tarefa de promover a colonização, da qual depende essencialmente o futuro do país”. É verdade que há também definições contraditórias, pouco precisas e titubeantes.

O cristianismo exige de nós uma definição. Elias, 900 anos antes de Cristo, reuniu o povo no monte Carmelo e reclamou deles: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus segui-o; se é Baal, segui-o” (1Rs 18.21). Coxear aí quer dizer: até quando vocês andarão com dificuldade por não saberem o que fazer? Jesus perguntou aos apóstolos: “Quem diz o povo ser o Filho do homem?”. Eles responderam: “Uns dizem: João Batista; outros: Elias; e outros: Jeremias; ou algum dos profetas”. Mas vós, continuou Jesus: “Quem dizeis que eu sou?”. Pedro deu a definição certa que Jesus queria ouvir: “Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo” (Mt 16.13-20).

Você precisa fazer sua definição por Cristo, com base nas palavras dele. Terá de ser coerente, honesta, corajosa e resoluta. Cada afirmação do chamado Credo Apostólico é o resumo de uma das principais doutrinas do cristianismo. Você será um cristão, pelo menos intelectualmente, se puder tornar suas cada uma dessas afirmações. A definição é o ponto de partida.


sábado, 18 de maio de 2024

#o sangue

 

Os chefes dos sacerdotes e todo o Conselho Superior estavam procurando encontrar alguma acusação contra Jesus a fim de o condenar à morte. Mas não conseguiram nenhuma. (Marcos 14.55, NTLH)

Em certa ocasião, estando cercado de amigos e inimigos, de seguido­res e opositores, de crentes e espiões, Jesus perguntou corajosamente: “Quem de vocês pode verdadeiramente acusar-me de um único pecado?” (Jo 8.46, BV). Ninguém teve coragem de se arriscar dessa maneira e em público.

O desafio de Jesus ficou sem resposta. Ninguém se lembrou de algum deslize, de algum desacerto, de alguma transgressão da parte dele.

Poucas semanas mais tarde, por ocasião de seu julgamento perante o Sinédrio, os sacerdotes tiveram de suar para tentar conseguir algum testemunho contra ele. E não conseguiram (Mc 14.55-59).

É preciso lembrar o episódio da mulher adúltera. Quando Jesus au­torizou o apedrejamento dela aos que estivessem sem pecado, todos se retiraram, “a começar pelos mais velhos”. O único que não abandonou o local foi Jesus Cristo (Jo 8.1-11) — o único que não tinha pecado!

— O sangue de Jesus sem pecado me purifica de todo pecado!