quarta-feira, 21 de outubro de 2015
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
terça-feira, 18 de agosto de 2015
domingo, 9 de agosto de 2015
3 marcas de um pai piedoso - final
Marca 3: Ele retoma sua caminhada rumo a Deus, confiando em Deus para orientar seu filho a segui-lo, dizendo com isso: "Acredito em você!"
O pai piedoso não passa o tempo todo ouvindo o filho. Nosso Grande Sumo Sacerdote pode fazer isso, mas o pai humano não - e nem deve. Se ele ouvir demais ou se envolver demais nas preocupações do filho, oferecerá ajuda demais ou se tornará desanimado, cínico ou zangado. Ele pode mandar o dinheiro que livraria o filho de uma oportunidade difícil de crescimento, ou, frustrado, daria conselhos que levariam a uma luta pelo poder: "É melhor você fazer o que estou dizendo, ou realmente vai bagunçar as coisas!"
Pais piedosos tem coisa mais importante para fazer do que ouvir seus filhos. Por breves temporadas, ouvir pode tornar-se uma prioridade principal. Mas, o padrão da vida do pai precisa refletir seu compromisso de permanecer no caminho estreito, quer o filho o esteja seguindo ou não.
Lembro-me de ter dito a um de meus filhos, durante um período difícil: "Você pode partir o meu coração, mas não pode destruir a minha vida. Seguirei a Cristo independente do que você fizer. Minha vida está escondida em Cristo. Você é importante mas não é poderoso."
Quando o pai piedoso retoma a sua caminhada e faz dessa caminhada um padrão característico, ele coloca o filho no devido lugar. Ele tira o filho da posição insuportável de ser o centro de sua (pai) vida. Então, liberto de um fardo que não pode administrar e do qual, eventualmente, se ressente, o filho, estará melhor capacitado a dar alegremente ao pai, aquilo que possui e é capaz de dar.
Extraído do livro “O silêncio de Adão” – Larry Crabb
sábado, 8 de agosto de 2015
3 marcas de um pai piedoso - parte 2
Marca 2: De vez em quando ele se volta e olha para o filho, para fazer-lhe saber: “Você não está sozinho!”.
O
pai piedoso trilha o bom caminho, sabendo que seu filho está caminhando
trinta anos atrás de si. O filho observa por trás e, sem dialogar com o
pai, ouve a mensagem: isto pode ser feito.
De
quando em quando, num cronograma que parece frustrantemente aleatório e
totalmente imprevisível, o bom pai pára, volta-se, e fita seu filho.
Até que se volte, o filho sente a distância entre ele e o pai, não uma
distância fria, árida, mas, mesmo assim, uma distância. Ele anela por
ouvir mais do pai do que a mensagem dada por seu exemplo, a mensagem de
que realmente é possível permanecer fiel ao chamado que recebeu como
homem. Ele quer se sentir ligado, ouvido, levado em conta. Ele anseia
por saber que o homem que o aplaudiu na competição de judô na
adolescência e que se levantou orgulhosamente para aplaudir, na sua
formatura de faculdade, ainda está envolvido, ainda está interessado,
ainda traz o filho no coração. Significa muito para o filho adulto
perceber que o pai está de joelhos diante do trono, mencionando o nome
do filho e saber que o pai sente a dor de toda a luta – e o gozo de toda
vitória – na vida do filho.
Quando
o pai se volta, o filho recebe um olhar que apaga toda dúvida: “Papai
ainda se importa. Não estou sozinho!”. O pai piedoso se volta para o
filho – talvez numa carta, num telefonema, numa visita – não para
instruir ou admoestar. Há uma hora e um lugar para esse tipo de
comunicação, mas o propósito central do pai é ouvir. Quando se volta,
ele não fala, convida. Mesmo aquelas cartas nas quais o pai não consegue
resistir a uma palavra de conselho oferecem mais do que impõem
recomendação. Ele respeita o enorme direito e responsabilidade do filho
de fazer suas próprias escolhas.”
Extraído do livro “O silêncio de Adão” – Larry Crabb
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