sábado, 9 de novembro de 2019

#evolucionismo

A proposta criacionista não é um esboço religioso. As muitas áreas da ciência apontam para uma fonte inteligente como a origem da vida. As probabilidades de vida ter surgido ao acaso e ter se desenvolvido por meio de processos aleatórios é tão pequena, que exige uma fé superior a uma proposta religiosa racional.

Adauto Lourenço - Físico



sábado, 2 de novembro de 2019

Nós existimos

"Nós existimos", diz fundadora do Movimento de Ex-Gays do Brasil... -

Felipe Sakamoto e Lucas Cabral
Colaoração para Universa
26/09/2019 04h00
Miriam Fróes viveu como homossexual dos 13 aos 33 anos, aproximadamente. A partir dos 30, começou a sentir uma mudança interna. "Eu trocava muito de parceira e aquilo foi causando crises existenciais em mim", diz. Depois disso, passou a frequentar a igreja. Hoje, "muito evangélica", diz ter encontrado um novo modo de viver sob os preceitos da Bíblia.
Além de ex-homossexual e pastora da igreja Manancial Palavra Viva, Miriam, 55, também é idealizadora do Movimento de Ex-Gays do Brasil (MEGB), fundado em agosto. Ficou conhecida após se reunir com a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, no dia 5 daquele mês, em busca de reconhecimento. "Nós existimos" diz.
Há 20 anos, ela acolhe pessoas que buscam a reorientação sexual. Para isso, a fundadora do movimento de ex-gays não acredita em nenhum tratamento, senão a palavra do evangelho. Ao ser questionada sobre como seriam os detalhes da reorientação sexual pela espiritualidade, a consultora de logística responde: "A única palavra que posso te dar como explicação é a fé".
A Organização Mundial de Saúde (OMS) excluiu a homossexualidade do Código Internacional de Doenças (CID) em maio de 1990. E a recondução da sexualidade por terapias é questionada e criticada por profissionais da saúde. No Brasil, em 1999, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) proibiu que psicólogos incentivem ou proponham qualquer tratamento ou ação com o objetivo de patologizar ou reorientar a homossexualidade.
Em entrevista a Universa, Miriam fala sobre causas e cura da homossexualidade, com base em sua experiência, e sobre o surgimento do MEGB. Afirma que criou o movimento ao perceber a ausência de uma voz expressiva de ex-gays na sociedade. "Nós somos a minoria das minorias", diz. O slogan do grupo é "Pelo direito de deixar e permanecer".
Outro motivo da criação do movimento foi a criminalização da homotransfobia pela Lei de Racismo, aprovada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em junho deste ano. Miriam teme ser processada por compartilhar sua história em palestras. "E se alguém me ouvir e achar que eu estou sendo homofóbica?"

A criminalização da homofobia interfere nas pautas do Movimento de Ex-Gays do Brasil?
Até agora, não. Mas existe um termo que diz que nós somos livres para nos expressar, para fazer proselitismo, doutrinação, usar os nossos livros sagrados. Desde que ninguém se sinta agredido pela nossa fala. Então, ali, a lei está um pouco subjetiva para o nosso lado. E se alguém me ouvir e achar que eu estou sendo homofóbica? Ou discriminando quem está na homossexualidade? Isso me preocupou um pouco. Pensei, então, que poderíamos ir ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos para que nos reconhecesse, já que eles reconhecem o movimento LGBT. É preciso reconhecer a gente também.
Quais são as pautas do movimento?
No momento, a pauta principal foi ir ao Ministério dos Direitos Humanos e nos pronunciar: "Olha, nós existimos". O propósito do MEGB é unir as pessoas que foram homossexuais e hoje não são mais. É para ser um plataforma onde as pessoas, espalhadas pelo Brasil, possam se identificar, para que se sintam representadas. Não temos pretensão política nenhuma. Até porque não temos um espírito militante. Não pretendemos ter causa pública, de política. Agora, lógico, se encontrarmos ajuda e abertura nesse campo, até podemos pensar, sim. Nós não estamos aqui para discutir se se nasce ou não gay, se há ou não cura para a homossexualidade. Acho que cada um tem o direito de viver a sua vida como deseja viver. Agora, se eu fui homossexual durante quase 20 anos e abandonei esse estilo de vida, eu gostaria também que as pessoas me olhassem e não duvidassem de mim.
Vocês tiveram uma reunião com a ministra Damares Alves. Qual foi o propósito da visita e o que discutiram?
Fomos porque gostaríamos que o Ministério desse o mesmo reconhecimento e respaldo que dá aos outros movimentos. Queremos um reconhecimento apenas no direito de existir. Ela nos recebeu e levamos um material da nossa existência. E pedimos para que o ministério, assim como faz com o movimento LGBT, com os índios ou com qualquer classe que pede apoio e reconhecimento, pudesse contemplar a nossa existência. E assim aconteceu. Ela não nos prometeu nada, mas jogou a responsabilidade para os seus assessores, para ver como podem nos ajudar.
Como os assessores da ministra podem ajudar?
Na verdade, não são eles que têm que nos ajudar. O que foi dito é que teríamos de criar políticas públicas e poderíamos receber apoio ou não. Por mais que não queiramos essa militância política, de alguma maneira, ela terá de existir. Mas o nosso foco é espiritual. Agora, existe uma lei duríssima contra a homofobia. Duríssima, porque foi inserida no crime de racismo. Você concorda que a lei é muito dura? Nós queremos nos precaver. Por exemplo, eu dou alguma palestra. Alguém me ouve e acha que não foi adequado e me processa. Então, a gente pede para que o ministério venha nos respaldar nesse aspecto: "Nós existimos".
No dia da reunião com a ministra, o Movimento Psicólogos em Ação, que defende a "cura gay" e perdeu recentemente as eleições para o Conselho Federal de Psicologia, estava presente e apoiou o MEGB. Qual é a relação entre vocês?
Nenhuma. Somos apenas conhecidos. O MEGB atua no viés espiritual. O outro movimento luta mais de forma humanista, pela psicologia, também em relação à causa moral. Porém, são psicólogos cristãos ou conservadores. Eles lutam para ter o direito de exercer a psicologia no que tange à pessoa que está na homossexualidade e não quer ser homossexual. Mas são proibidos de exercer essa prática. Por isso, eles lutam. E, por isso, são movimentos parecidos.
Ao dizer isso, o seu movimento não acaba se aproximando do grupo pró-cura, que defende a reorientação sexual?
A questão é que esses psicólogos acham que sozinhos dão conta. E eu não concordo com isso. Você pode contar com um amigo, um pastor, um conselheiro, um psicólogo, uma tribo e a família. E, lógico, os preceitos da Bíblia, que você terá de seguir e obedecer.
Embora afirme que não há nenhuma relação entre o MEGB e a chapa "pró-cura", Saulo Navarro, integrante do movimento, também apoiou e fez campanha nas redes sociais para a chapa.
Ele não é mais [membro]. Esse afastamento se deu justamente por causa disso, por um desacordo com os preceitos do MEGB que são de expressão e liberdade religiosa. O Saulo tem uma opinião contrária. É um direito que ele tem.
Historicamente, homossexuais foram lobotomizados, torturados e submetidos à castração química como tratamento para uma suposta cura gay. Nenhum desses procedimentos teve eficácia comprovada cientificamente. O Movimento de Ex-Gays do Brasil acha que a homossexualidade é uma doença?
Não, eu não acho que a homossexualidade seja uma doença. O movimento acha que é um conflito emocional causado por traumas vivenciados na infância. Entre eles, abusos sexuais, agressões dentro de casa, ausência do pai ou da mãe. Isso pode causar um sentimento de carência, de não encontrar a identidade, e você vai em busca de criar essa identidade para você. A homossexualidade pode ser originada por questões emocionais, mas também não é uma escolha fechada. Cada um vai desenvolver da sua maneira. Existem pessoas que não vivenciaram nada disso e têm sentimentos homossexuais, e eu não sei te explicar.
Não há comprovação de que abusos sexuais ou ausência dos pais possam ser fatores para a homossexualidade. Com que fundamento acredita nisso?
Eu penso dessa maneira com base em três coisas. Primeiro, minha experiência pessoal, o que vivi até hoje. Segundo, o contato que tive ao longo de 20 anos com outros ex-gays. E terceiro, livros de autoajuda, de cunho religioso. Inclusive, o principal deles é o "Restaurando a identidade" [escrito por Bob Davis e Lori Rentzel, anteriormente publicado sob o título "Deixando o Homossexualismo", o livro baseia-se na "cura da homossexualidade" somente por meio da religião].
Se uma pessoa homossexual está bem com a sexualidade dela, acha que ela precisa de reorientação?
Todo homossexual que não está satisfeito com a sua homossexualidade deve procurar ajuda. A ajuda que for, ele quem vai decidir. O MEGB defende [a ajuda] pela Bíblia, pela espiritualidade. E eu não acho que todo homossexual precise de reorientação. Ele precisa ficar como está, caso se sinta bem. Todo mundo tem livre arbítrio para viver e escolher o jeito que se sente melhor neste mundo. Inclusive, a Bíblia fala sobre isso. O movimento não está aqui para se opor a isso.


sábado, 26 de outubro de 2019

Nunca mine o conceito de autoridade

Uma das piores coisas que você pode fazer na sua família é minar o conceito de autoridade ao falar mal dela com os seus filhos. Se eles escutarem seus pais falando mal de figuras de autoridade, irão crescer sem uma referência saudável do que ela significa. Rebeldia, falsidade, insubmissão e fofocas deixam marcas de caráter. O fato é que pessoas que não entendem autoridade não conseguem entender deus. Elas tem uma visão desequilibrada e pensam que o amor é algo que nunca envolve correção. A realidade é que o amor sem correção não é amor. Isso fica bastante claro na seguinte passagem de Hebreus 12:5-11:

Vocês se esqueceram da palavra de ânimo que Ele lhes dirige como a filhos: "Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor, nem se magoe com a sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama, e castiga todo aquele a quem aceita como filho".

Suportem as dificuldades, recebendo-as como disciplina; Deus os trata como filhos. Pois, qual o filho que não é disciplinado por seu pai?
Se vocês não são disciplinados, e a disciplina é para todos os filhos, então vocês não são filhos legítimos, mas sim ilegítimos. Além disso, tínhamos pais humanos que nos disciplinavam, e nós os respeitávamos. Quanto mais devemos submeter-nos ao Pai dos espíritos, para assim vivermos! 
Nossos pais nos disciplinavam por curto período, segundo lhes parecia melhor; mas Deus nos disciplina para o nosso bem, para que participemos da sua santidade. 
Nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria no momento, mas sim de tristeza. Mais tarde, porém, produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela foram exercitados. 
Caminhe com lealdade, integridade e crescimento. Viva bem resolvido com as figuras de autoridade na sua vida, e assuma com responsabilidade e confiança a própria autoridade que foi dada a você na sua família. Liderar como Deus lidera, ainda que passe por correções, é o maior ato de amor que você pode fazer pelos seus filhos.

Ordem e Progresso - Philip Murdoch





sábado, 19 de outubro de 2019

@entretenimento


O "entretenimento" tem se tornado o substituto diabólico da alegria.


Leonard Ravenhil



sábado, 12 de outubro de 2019

sábado, 5 de outubro de 2019

@quem está disposto?

"Tenho, porém, um batismo com o qual hei de ser batizado; e quanto me angustio até que o mesmo se realize". O batismo, na bíblia, é sempre figura de morte e ressureição. No novo testamento há menção de quatro tipos de batismo.

Primeiro, há o batismo nas águas, quando somos separados de Satanás, do pecado e da morte. essas três realidades são como que "afogadas" nas águas batismais (ver 1 Coríntios 10.1, 2), e nós nos erguemos para uma vida nova com Deus.

Há também o batismo com o Espírito Santo. Nele morrem nossa força e capacidade próprias, e o Senhor passa a ser nossa fonte de poder. Aqui também observa-se morte e ressurreição.

O terceiro tipo de batismo é o do fogo, em que muitas velharias de nossa vida são destruídas para que a nova existência em cristo se desenvolva.

E, finalmente, em Lucas 12.50, Jesus fala de um batismo de sofrimento e morte, que também poderíamos denominar "batismo de sangue". "Tenho, porém, um batismo com o qual hei de ser batizado", declarou o Senhor e, ao fazê-lo, seus olhos estavam voltados para a cruz. Esse batismo representa a morte de nossa produtividade. depois que somos submetidos a ele, não produzimos mais nada de nós mesmos. Jesus disse: "Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, produz muito fruto". Morte e ressurreição. E foi contemplando o batismo de sofrimento, esse ato de dar tudo para servir os outros e sofrer por eles, que Jesus disse: "E quanto me angustio até que o mesmo se realize".

Enquanto não passarmos pelo batismo de sofrimento e morte, nossa capacidade de produção será muito limitada. Enquanto nossa vida não for crucificada, não haverá fruto. Isso não faz sentido para nós e nosso raciocínio, mas é o método de Deus. Será que podemos exclamar como Jesus: "Como eu me angustio até que minha vida seja apagada, a fim de que a energia divina comece a desenvolver-se em mim e a alcançar os outros, por meu intermédio"?

Estaremos dispostos a morrer para os privilégios, conforto, interesses pessoais, a fim de que nossos semelhantes possam obter vida eterna? O apóstolo Paulo diz o seguinte em 2 Coríntios 4.12: "De modo que em nós opera a morte; mas em vós, a vida". Quando renunciamos cabalmente nossos próprios interesses e privilégios, tal ato se constitui no ponto de partida para que a vida eterna brote em outra pessoa.

O grande líder do reavivamento galês de 1905 e 1906, Evan Roberts, foi designado por Deus para ser o principal porta-voz do Senhor, naquele evento. Quando ele compreendeu isso, saiu de casa e dirigiu-se para o campo, onde passou a noite toda, em prantos. Sabia que daí em diante seus privilégios seriam sacrificados. Sua vida teria que ser submetida a Deus, por causa do avivamento. Mas que vitalidade espiritual resultou daquele despertamento - vitalidade ainda hoje sentida na Igreja. E tudo por que um homem se dispôs a receber o batismo de morte.

Muitos anos depois, indagaram a Evan Roberts: "Será que nós ainda veremos outro avivamento como o galês?" E ele respondeu com uma pergunta: "Quem está disposto a pagar o preço?"

Foi o que Cristo quis dizer quando afirmou "Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me". Significa seguir seu exemplo de renúncia a todos os privilégios, ao emprego do tempo, aos prazeres mesquinhos, a fim de que outrem possa receber vida eterna.

Enquanto cada igreja cristã não se submeter a esse tipo de morte, a vida verdadeira não brotará dela. Se os membros de uma congregação ou grupo cristão, por menor que seja, estiverem dispostos a morrer para seus privilégios, esse grupo poderá abalar o mundo. Se cada crente que o compõe disser: "Meu tempo não me pertence, nem meu dinheiro, nem meus privilégios, nem minha família; estou nas mãos de Deus, do mesmo modo como Jesus estava, quando tomou a cruz". Essa célula cristã convulsionará o mundo.

A mente renovada - Larry Christenson



#santidade

A santidade é uma ponte para a intimidade com o Senhor. Nós temos uma revelação importantíssima de Jesus. Em primeiro lugar, Ele fala que uma das motivações da obediência deve ser o amor, mas Ele fala daquele que se compromete a guardar os mandamentos. Em outras palavras, aquele que decide andar em santidade.

Luciano Subirá