Por favor leia até o fim. É de extrema importância conhecermos as estratégias de satanás para gerar no meio cristão heresias, apostasias e todo o tipo de distorções que favoreça sua influência satânica no mundo. Bem vindos ao Apocalipse!!
Lembre-se: a verdade está na Palavra de Deus, a Bíblia, texto dentro do contexto e, em hipótese alguma posso adequar a interpretação Bíblica a minha vontade, emoções ou ideologias... é exatamente ao contrário, para ser cristão tenho que passar pelo crivo Bíblico tudo o que penso, sinto, creio e faço. Isso é ser cristão!!! Fora disso é heresia, hipocrisia, mentiras e afins. Deus nos abençoe e proteja.
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Como
organizações progressistas infiltram suas ideias no meio evangélico
brasileiro, inclusive aborto.
Atualizado
em 24/10/2022 às 12:01
Embora evangélicos tradicionalmente estejam ligados a valores conservadores - o que fica evidente pelo perfil da bancada evangélica recém-eleita no país -, grupos cristãos progressistas têm ganhado força no Brasil nos últimos anos. Longe de uma iniciativa orgânica, o movimento parece ser fruto de uma estratégia articulada em que organizações progressistas estrangeiras financiam projetos de direitos humanos e infiltram suas ideias de esquerda no meio protestante.
“Os esforços de organizações e fundações de fortalecimento de democracia que investiram financeiramente em iniciativas evangélicas progressistas foram realmente louváveis. Mas o que elas fariam sem referencial teórico, formação, mapeamento, cruzamento de dados? Nada. Bolhas.”,tuitou no dia seguinte às eleições o pastor Ronilso Pacheco, que é militante do movimento negro e faz mestrado em teologia na Universidade de Columbia, em Nova York. Ele completou que “em nenhum lugar do mundo, um grupo nesse nível de reacionarismo fascista entra fácil no Senado em uma única eleição” e que, para mudar esse cenário, não surte efeito “conversar com os evangélicos”. “Tem que conversar com e para a sociedade e desarmar essa ideologia reacionária, desfazer a captura do sentido da vida pela extrema-direita”, afirmou.
A fala de Pacheco deixa implícita a existência de um ecossistema em que instituições internacionais enviam recursos para organizações "guarda-chuvas" brasileiras ligadas a igrejas, que escolhem a dedo para quais projetos ou entidades distribuí-los. Juntamente com o dinheiro, ideias progressistas são disseminadas junto ao público evangélico, fortalecendo um potencial eleitorado de esquerda.
A
iniciativa alemã
Em
junho de 2016, durante o processo de impeachment da presidente
petista Dilma Rousseff, a ONG alemã Brot für die Welt - Pão Para o
Mundo (PPM) enviou uma carta
a
suas parceiras no Brasil lamentando a conjuntura política do país.
Para a PPM, eram preocupantes as tendências que se acentuaram
naqueles meses e os possíveis retrocessos em relação aos supostos
avanços que teriam ocorrido nos últimos 15 anos.
Ainda
segundo a PPM, as entidades deveriam analisar as recentes dinâmicas
e buscar pistas para a formulação de novas estratégias de atuação
conjunta. Mas a ONG alemã se dizia reconfortada por ter notícias de
que as organizações religiosas brasileiras, a despeito do choque,
permaneciam “inquietas, atentas e mobilizadas”.
“Entendemos
que foi o árduo e engajado trabalho de suas entidades na
sensibilização e mobilização da sociedade brasileira nos últimos
40 anos que fizeram a diferença para tornar o Brasil uma fonte única
de riquíssimas experiências.” Em outro trecho, a carta afirmava
que “a cooperação internacional foi parceira de suas entidades
nesta bela caminhada, que deixou marcas profundas. Agora mais do que
nunca, cremos que ela deve prosseguir e continuamos apostando na
enorme importância e atualidade do trabalho de suas entidades”. Em
um relatório de 2018, a PPM ressaltou que o clima político do
Brasil era cada vez mais determinado pelo conservadorismo.
A
ONG é controlada pela Igreja Evangélica na Alemanha (EKD) e outras
igrejas menores. Segundo seu
site,
as suas principais fontes de receita em 2019 foram: fundos federais
da Alemanha, 174 milhões de euros; doações e arrecadações, 64
milhões de euros; fundos da igreja, 59 milhões de euros. Juntamente
com outras contribuições, teriam sido disponibilizados cerca de 320
milhões de euros para o trabalho do PPM em cerca de 76 países,
incluindo o Brasil. Isso a torna uma das principais instituições
internacionais financiadoras de projetos ligados ao ecumenismo ou a
questões religiosas de esquerda no Brasil.
Instituições
“guarda-chuva”
Não
é simples para uma instituição do outro lado do Atlântico
despejar dinheiro em outro país, conforme afirmado pela própria PPM
em sua carta às parceiras no Brasil. Assim, são necessárias
organizações “guarda-chuva”, que distribuem os recursos a ONGs
menores. Uma das instituições que mais recebem fundos da PPM no
Brasil é a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE), fundada há
49 anos e composta por seis instituições religiosas brasileiras.
Entre
elas está a Aliança de Batistas do Brasil, que em 2018 fez parte da
fundação da Frente Evangélica pela Legalização do Aborto,
movimento semelhante ao “Católicas pelo Direito de Decidir”. A
ideia
era
apresentar uma justificativa teológica para apoiar a ADPF
442,
ação proposta pelo PSOL que pede a descriminalização do aborto
até a 12ª semana de gravidez.
Também
compõem a CESE a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no
Brasil, cujo presidente, Inácio Lemke, foi visitar Lula na prisão
em 2018 e o tem apoiado abertamente; a Igreja Episcopal Anglicana do
Brasil, que embora seja uma igreja tradicional, celebra casamentos
homoafetivos em suas catedrais e tem posição aberta em relação ao
aborto; a Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, cujos posicionamentos
frequentemente se alinham com pautas de partidos de esquerda, mesmo
que não siga a sua igreja americana na questão da realização de
casamentos gays; a Igreja Presbiteriana Independente do Brasil,
ligada ao Conselho Mundial de Igrejas, instituição progressista com
células em todo o mundo.
Na
lista aparece ainda a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
(CNBB), uma “associação de bispos” que não faz parte da
hierarquia da Igreja Católica e costuma se envolver em ações
e mobilizações em conjunto com grupos e até partidos de esquerda,
como o tradicional Grito dos Excluídos.
A
maior parte dos recursos (91%) obtidos pela CESE vem de instituições
internacionais. Os maiores doadores são PPM (54%), e Fundação Ford
(19%). Há ainda Heks Eper (8%), Misereor (5%) , Wilde Ganzen (5%),
Terre des Hommes Suisse (1%), União Europeia (1%) e Fundação
Appleton (1%); e as instituições brasileiras Instituto Ibirapitanga
(5%) e Instituto Clima e Sociedade - ICS (3%).
A
CESE
seleciona
e financia diversos movimentos e organizações de esquerda no
Brasil. Segundo dados do seu relatório
anual,
a instituição doou mais de 4,8 milhões de reais em 2021 a
instituições e projetos, como o acampamento
“Luta pela Vida”,
realizado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib),
em agosto de 2021, em Brasília, contra o Marco
Temporal
e
contra a “política genocida de Bolsonaro”; também a Marcha
Nacional das Mulheres Indígenas, encontro organizado pela
Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da
Ancestralidade (Anmiga), em setembro de 2021, em outro protesto
contra o Marco Temporal.
Assim,
a movimentação de milhares de indígenas para o Planalto Central em
meio a votações importantes no Supremo Tribunal Federal (STF) pode
ter ganhado um impulso de grandes instituições e recursos de
organizações estrangeiras com supostos fins religiosos.
Paz
e Esperança
Uma
das financiadas pela CESE é a Paz e Esperança - Peace and Hope
Internacional (PHI), uma instituição ecumênica de base cristã,
que atua em pelo menos seis países da América do Sul, nos Estados
Unidos e no Reino Unido, e que, segundo a descrição de seu site,
fornece “serviços de apoio jurídico, social, psicológico,
espiritual e de liderança” e tem objetivo de “promover justiça
social”.
Na
versão peruana do site da PHI a seção de financiadores informa que
a instituição, além da PPM, também recebe recursos constantes de
Kinder not Hilfe (KNH), Servicio de Liechtenstein para el Desarrollo
(LED), Tearfund Suíça e Save the Children, todas instituições
filantrópicas sediadas na Europa.
Segundo
o site, a PHI precisou realizar parceria com o Instituto de Estudos
da Religião (ISER) para se instalar no Brasil, pois ainda está em
processo de regularização no país. O ISER, que se descreve como
uma “organização brasileira da sociedade civil de caráter laico,
cujo objetivo é promover estudos, pesquisas e intervenção social
nos eixos temáticos de defesa e garantia de direitos, segurança
pública, meio ambiente e diversidade religiosa”, é financiado por
grandes instituições internacionais. A lista traz nomes como Ford
Foundation e Open Society, do bilionário George Soros; além da
brasileira Instituto Clima e Sociedade, que distribui por aqui
recursos de Soros e outras instituições, como a OAK Foundation; e o
Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE), organização
guarda-chuva que distribui, segundo seus dados de 2020, cerca de 5,3
bilhões de reais em “investimento social” por ano.
Toda
a diretoria da PHI no Brasil, em suas redes sociais, declarou voto em
Lula nestas eleições: o presidente Alexandre Brasil, sociólogo,
professor associado e pró-reitor de pessoal da Universidade Federal
do Rio de Janeiro (UFRJ); a vice-presidente Lilian Márcia Balmant
Emerique, professora adjunta da Faculdade de Direito da UFRJ, a
primeira secretária Mônica Santos Francisco, deputada estadual
(PSOL-RJ); o segundo secretário Clemir Fernandes, pastor e
sociólogo.
Há
ainda um Conselho Fiscal na PHI, composto por três integrantes,
todos igualmente apoiando Lula nestas eleições: Daniela Frozi,
doutora em ciências da nutrição pela UFRJ, Luiz Caetano Grecco
Teixeira, padre da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, e Lusmarina
Campos Garcia, pastora Luterana, conhecida feminista a favor da
legalização do aborto.
Este
Conselho Fiscal é o responsável e financiador do Coletivo Bereia,
uma agência de checagem de fatos, lançada em outubro de 2019, que
se apresenta como uma iniciativa apartidária de organizações e
profissionais de base cristã. A maioria das checagens
feitas
pela agência defende Lula, o PT e movimentos esquerdistas em geral e
“desmente” falas de Bolsonaro e seus apoiadores.
A
agência é dirigida por Alexandre Brasil, o mesmo que preside o PHI,
que é coordenador de planejamento; Juliana Dias, coordenadora de
parcerias; Magali Cunha, editora geral e também pesquisadora do
ISER; e Marcos André Lessa, diretor executivo. Todos fizeram
declaração de apoio a Lula nestas eleições, direta ou
indiretamente, em suas redes sociais.
A
despeito de seu foco à esquerda, o Coletivo Bereia já integrou o
Projeto Comprova, trabalho colaborativo entre vários veículos de
comunicação com o objetivo de verificar a veracidade de informações
divulgadas na internet, que tem a imparcialidade como um de seus
princípios, inclusive recebendo recursos financeiros para tanto.
Embora não seja uma agência de checagem certificada pela
International Fact-Checking Network (IFCN) — instituição que
estabelece uma série de critérios para aprovação de agências de
checagem, como não-partidarização e justiça — o Coletivo Bereia
informa em seu site que já buscou registro na instituição.
Em
março de 2021, o Twitter incluiu a Bereia em uma lista de
fact-checking da rede social. Os principais critérios levados em
consideração pela curadoria são a imparcialidade, a precisão das
informações e o tipo de conteúdo publicado pelo perfil.
Ainda
outra financiadora do Coletivo Bereia é a Koinonia, organização
parceira da CESE, que em seu site afirma ter a missão de “mobilizar
a solidariedade ecumênica”, “prestar serviços a grupos
histórica e culturalmente vulneráveis e em processo de emancipação
social e política” e “promover o movimento ecumênico e seus
valores libertários”. Entre os financiadores da Koinonia está,
novamente, a Pão para o Mundo. A Koinonia é ligada também ao
Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC) e ao Conselho
Mundial de Igrejas.
Evangélicos
estudados
O
ISER tem promovido ao longo dos últimos anos, e de forma mais
intensa durante o período eleitoral, pesquisas para traçar o perfil
do eleitorado evangélico e estratégias para alavancar candidaturas
evangélicas à esquerda. Em artigo publicado
na Revista Piauí, intitulado
“Precisamos falar sobre os evangélicos", a diretora Executiva
do ISER, Ana Carolina Evangelista, afirma estar apreensiva com
pesquisas de segundo turno que apontam 61% das intenções de voto em
Bolsonaro e 31% no Lula nesse segmento.
Para
ela, os “evangélicos hoje, em sua maioria, seguem optando pela
reeleição de um presidente que representa um projeto de sociedade
violento, intolerante e excludente”. No texto, Carolina afirma que
é preciso incluir ainda mais os evangélicos nos seus estudos e
análises, “especialmente fora dos períodos eleitorais”.
A
mesma preocupação é encontrada na revista Tricontinental, uma
publicação trimestral de esquerda, criada em 2017 pelo indiano
Vijay Prashad, com ligações obscuras com o Partido Comunista
Chinês. Em 2021, a Tricontinental foi apontada por investigações
da inteligência econômica indiana como envolvida em um esquema de
lavagem de dinheiro entre o magnata da tecnologia americano Neville
Roy Singham e sua empresa NewsClick, que teria movimentado cerca de
US$ 5 milhões entre 2018 e 2021 para promover uma narrativa
pró-China na mídia indiana, incluindo a negação do “genocídio
Uigur”.
No
Brasil, os olhos da Tricontinental se voltam para o público
evangélico. Em seu relatório “Resistir com fé: evangélicos e
trabalho de base”, publicado em abril deste ano, a revista buscou
compreender quem é, como pensa e o que quer o público evangélico,
com o propósito de “canalizar esta energia para a estratégia
revolucionária”. Assim, “o enfoque na religião evangélica
ocorre porque há um reconhecimento de que a esquerda brasileira se
distanciou da religiosidade popular, que em outro momento era
majoritariamente católica e agora passa a ser cada vez mais
evangélica”.
Movimento
sorrateiramente orquestrado
Para
o pastor batista Yago Martins, criador do canal no Youtube Dois Dedos
de Teologia, que é mestre em teologia, especialista em economia
política e também autor de quinze livros, entre eles, “A
Religião do Bolsonarismo”
(Episteme, 2021), os evangélicos têm uma tendência maior ao
conservadorismo, e isso não mudou muito no Brasil nos últimos anos.
Ele endossa, porém, que há muito dinheiro investido para que grupos
mais à esquerda recebam mais votos.
Além
disso, Martins recorda a existência de apoio midiático a grupos e
personalidades da esquerda evangélica, que “vivem no mais absoluto
ostracismo para com as comunidades tradicionais, mas que continuam
recebendo espaço para dar entrevista, apoio público por socialite e
por ‘bom mocismo’ do jornalismo, mas que na verdade não
representam nada”. Segundo ele, trata-se de pessoas que utilizam o
título de pastor, e até mesmo de um espaço público, mas na
verdade não pastoreiam uma igreja real, contando com “apenas um
pequeno séquito minúsculo de apoiadores políticos que muitas vezes
nem se identificam bem com a fé cristã”.
Ele
cita como exemplo a quase morte do movimento brasileiro da Teologia
da Missão Integral,
movimento evangélico de esquerda semelhante à católica Teologia da
Libertação que, segundo ele, teve um momento de auge, mas que
“rapidamente foi lançado no esquecimento, com os seus principais
personagens ficando relacionados ao apoio inconteste de Lula como
personagem messiânico”.
Para
o reverendo Afonso Celso de Oliveira, ministro da Igreja
Presbiteriana do Brasil, que é advogado e teólogo, com mestrado em
divindade, os investimentos estrangeiros em ONGs progressistas,
incluindo as “pseudo-cristãs”, visam sedimentar um caminho de
reformas em que temas resistentes a mudanças, como a
descriminalização do aborto, sejam “azeitados”. Membro do
Instituto Brasileiro de Direito e Religião, Oliveira explica que a
estratégia para isso é a promoção revolucionária da cultura, de
modo que, anulada a resistência conservadora, encontrem-se condições
favoráveis junto ao parlamento e a um judiciário ativista para
mudança na legislação e a interpretação mais favorável aos
temas progressistas.
“Quando
ONGs ditas cristãs abraçam esse tema e dizem que o aborto é um
caso de saúde pública, repetindo este moto através de
personalidades, celebridades e agentes políticos e religiosos, nada
mais estão fazendo do que, sorrateiramente, transferir a esfera
jurisdicional da criminalização da prática do aborto ilegal para a
jurisdição social, onde não haverá nenhuma criminalização a
qualquer forma de aborto”, afirma.
De
acordo com o Oliveira, existe um evidente interesse econômico por
trás deste movimento orquestrado, já que a indústria do aborto
movimenta bilhões de dólares nos países onde é permitido. O
reverendo acredita que o Brasil é o alvo a ser alcançado por
fundações internacionais que trabalham na implantação de uma
revolução cultural.
O
advogado alerta que o lobby profissional para cooptar políticos e
formar políticas progressistas, em um país ainda majoritariamente
conservador, atende aos interesses internacionais, sob o manto da
ecologia sustentável, da prática do aborto, da implantação da
ideologia de gênero, da liberação das drogas, e de outros
expedientes comprovadamente lucrativos.
“Interessante
que por trás deste movimento liberal progressista, de viés
ideológico marxista, se encontram metacapitalistas que têm a
expertise de lucrar bilhões de dólares através da falência moral
e econômica de uma nação. Por isso, investem em todos os
segmentos, e o segmento religioso talvez seja o último bastião a
ser rompido”, analisa.
Resposta
A
Gazeta
do Povo entrou
em contato com PPM, CESE, PHI, Koinonia, ISER e Tricontinental, mas
não obteve retorno até o fechamento da reportagem.
O
Coletivo Bereia enviou nota à Gazeta
do Povo onde
afirma que, considerando que não é “instituição progressista no
meio protestante”, está fora do escopo de cobertura da abordagem
da reportagem, mas esclarece que são um projeto independente de
fact-checking que tem como objeto os ambientes digitais religiosos.
“Apesar
de fora do âmbito de abordagem da 'pretensa reportagem', em respeito
ao seu contato, informamos que nossa política editorial, com a
metodologia, os devidos critérios e protocolos de seleção de
checagem, estão disponíveis em aba específica no site.
Todos seguem os requisitos do IFCN, segundo parecer da organização
sobre nosso processo inicial cumprido. Entre eles está o compromisso
com o apartidarismo e com a checagem do que é de interesse público
e amplamente repercutido em mídias sociais, denominado 'viral'. Este
princípio de transparência é muito importante e, de fato, deve
pautar todos os veículos que se apresentam como jornalísticos”,
afirma a nota.
Ainda
que acreditem não atender aos objetivos desenvolvidos na matéria, o
Coletivo sugere à equipe da Gazeta
do Povo uma
pesquisa mais apurada sobre o teor do que viraliza em espaços
religiosos. Para a Bereia, será possível identificar uma
predominância das tendências ideológicas “conservadora” e
“ultraconservadora”, mas também material relacionado a
“progressistas” e “libertários”.
Bereia
acrescenta também que tudo o que checam é conteúdo viral que
circula em ambientes digitais religiosos, e se o que se observa no
site é material de ideologias “conservadora” e
“ultraconservadora”, de “extrema-direita” é porque as fontes
alinhadas com esta tendência política são “as maiores
propagadoras e virais de desinformação”. Assim, afirmam, uma
“busca atenta” levará a encontrar matérias desmentindo temas
referentes ao presidente Jair Bolsonaro e aos seus apoiadores.
Bereia
finaliza a nota reforçando que apenas checa o que circula em
ambientes digitais religiosos, ou que tenha relação com religião,
e não checa temas que não repercutam nestes espaços. Além disso,
Bereia ressalta que possui uma política de atender sugestões de
checagem dos seus leitores que respondam aos critérios de relevância
do Coletivo.
Bereia
não respondeu, entretanto, ao questionamento feito pela Gazeta
do Povo sobre
o motivo de a maioria dos integrantes do Coletivo serem de esquerda,
segundo publicações feitas por eles em suas redes sociais, nem
quais os critérios de admissão na agência de checagem.
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O aborto é contra a vontade de Deus!
A homossexualidade é contra a vontade de Deus!
A moralidade é absoluta vinda da Bíblia!
A educação dos filhos compete aos pais, não ao Estado!!
A ideologia de gênero é contra a vontade de Deus!
Quem defende esses absurdos é anti-cristão! Portanto a esquerda enquanto movimento é anti-cristã!
Jair Tomaz